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Edicão n° 213 de Março de 2021


SAúDE

Ministério da Saúde autoriza mais de 1,6 mil leitos de UTI covid-19 para 64 municípios brasileiros


O Ministério da Saúde tem apoiado irrestritamente os estados e municípios durante a pandemia da covid-19, atendendo com ações, serviços e fornecendo infraestrutura para o enfrentamento da doença. A autorização de leitos de UTI covid-19 ocorre sob demanda dos estados, que têm autonomia para disponibilizar e financiar quantos leitos forem necessários.

Dando continuidade a esse apoio, o Ministério da Saúde autorizou, nesta quinta-feira (18/03), mais 1.639 leitos de UTI adulto e oito leitos de UTI pediátrica para atendimento exclusivo aos pacientes graves com covid-19, em caráter excepcional e temporário. As habilitações são para 64 municípios nos estados de Goiás e São Paulo, conforme portarias publicadas no Diário Oficial da União (DOU) O valor do repasse mensal será de mais de R$ 79 milhões, retroativo à competência de fevereiro para Goiás e para o mês de março para São Paulo.

A medida fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS) e leva atendimento para a população em todo o país. Apesar de estados e municípios terem autonomia para criar e habilitar os leitos necessários, o Ministério da Saúde, em decorrência do atual cenário de emergência, disponibiliza recursos financeiros e auxílio técnico para o enfrentamento da doença. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas.

COMO FUNCIONA A AUTORIZAÇÃO

O pedido de autorização para o custeio dos leitos Covid-19 é feito pelas secretarias estaduais e municipais de saúde, que garantem a estrutura necessária para o funcionamento dessas unidades.

Para a autorização, basta que estados e municípios cadastrem a solicitação na plataforma SAIPS observando os requisitos necessários. Os critérios são objetivos, para dar celeridade e legalidade ao processo e garantir o recurso necessário o mais rápido possível.

Entre os aspectos observados nas solicitações de autorização estão a curva epidemiológica do coronavírus na região, a estrutura para manutenção e funcionamento da unidade intensiva e corpo clínico para atuação em UTI. ...

As conexões na relação entre pele e emoções


Sabe-se que diversas doenças da pele podem surgir e se agravar devido a uma desestabilização emocional. A médica dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS (SBD RS), Clarissa Prati, explica que a pele é o maior órgão do corpo e origina-se das mesmas camadas embrionárias que o sistema nervoso, durante o desenvolvimento intrauterino.

“Existe uma conexão intensa entre alterações neuroemocionais e pele. Além disso, é através da pele que interagimos com o meio externo e, assim, as doenças na pele podem ter gatilhos emocionais ou ainda pioraram significativamente pela interpretação do julgamento dos pares - ou seja, das impressões que o indivíduo tem das reações das pessoas ao seu redor. Ainda, a doença da pele pode dificultar os relacionamentos sociais e pessoais, piorando muito a qualidade de vida. O Transtorno de Escoriação, a tricotilomania e a onicofagia são grandes exemplos da repercussão da ansiedade na pele, nos quais o paciente manipula sua pele, pelos e cabelos ou unhas em resposta, traduzindo-se em alteração de hábito e trazendo grande sofrimento”, afirma.

Segundo a especialista, doenças primárias da pele, como vitiligo, acne, psoríase, urticária crônica e dermatite atópica não são psicossomáticas, mas têm influência direta das emoções e pioram em estados de ansiedade ou humor deprimido.

Um dos primeiros sinais de uma desestabilização do estado emocional é a piora no padrão de sono, conforme explica a médica psiquiatra do Grupo de transtornos e ansiedade do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), Alice Xavier.

“Ter insônia ou dormir demais, despertar no meio da noite, dificuldade em pegar no sono ou acordar antes do horário desejado, são sinais precisos, além da piora da memória e do processamento cognitivo e alterações no apetite, seja para mais ou para menos. Também são comuns irritabilidade e choro fácil. Em casos de ansiedade, é comum surgirem apertos no peito, coração acelerado e sensação de falta de ar. Há, ainda, outro sinal de desestabilização emocional que pode ser o aumento do consumo de bebida alcoólica”, acrescenta Alice.

Em cada 100 pessoas que procuram o médico dermatologista por problemas de pele, pelo menos 30 deles têm também algum problema emocional, segundo Alice. Existem, também, doenças psicossomáticas são aquelas que se manifestam em outras partes do corpo que não a pele, como dores no corpo, dores de cabeça e alterações gastrointestinais.

“Não temos dúvida de que um cérebro instável é capaz de desestabilizar praticamente qualquer parte do nosso organismo. Mas, para termos certeza que a manifestação corporal de fato está sendo causada por uma desestabilização emocional, é essencial uma avaliação médica”, finaliza. ...




Edição n° 213 - Março de 2021

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