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Edicão n° 208 de Outubro 2020


SAúDE

RS habilita mais 78 leitos de UTI adulto para atendimento da Covid-19


Mais 78 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) adulto para atendimento de
pacientes com Covid-19 foram habilitados em 12 hospitais gaúchos, de 10 municípios.
Em Porto Alegre, foram três hospitais, somando 30 leitos.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (5/10) na Portaria 2.690, do Ministério da
Saúde, que habilita os leitos para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Essas vagas já estão incluídas no Sistema de Monitoramento de Leitos do Governo do
Estado, que disponibiliza informações sobre ações de enfrentamento à pandemia no Rio
Grande do Sul.

O Estado conta atualmente com 1.882 leitos de UTI adulto SUS em funcionamento,
destinados a pacientes com Covid-19. No início da pandemia, eram 933 leitos, tendo
sido ampliada a capacidade hospitalar na área intensivista em 102%.

Os recursos para o custeio do 78 leitos serão liberados em parcela única de R$ 11,232
milhões, distribuídos entre as 12 instituições hospitalares. Eles integram o Bloco de
Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde Grupo Coronavírus (Covid-19)
disponibilizado aos Estados e municípios. A habilitação tem validade por 90 dias, com
possibilidade de prorrogação.

Hospitais e municípios contemplados

Hospital Virvi Ramos, Caxias do Sul – 8 leitos
Fundação Hospital Santa Terezinha, Erechim – 5 leitos
Hospital São Carlos, Farroupilha – 3 leitos
Hospital de Caridade, Ijuí – 5 leitos
Hospital Montenegro, Montenegro – 6 leitos
Sociedade Portuguesa de Beneficência, Pelotas – 10 leitos
Hospital Divina Providência, Porto Alegre – 10 leitos
Hospital Independência, Porto Alegre – 10 leitos
Hospital Restinga e Extremo Sul, Porto Alegre – 10 leitos
Hospital Regional de Santa Maria, Santa Maria – 5 leitos
Fundação Hospitalar de Sapucaia do Sul – 2 leitos
Hospital Frei Clemente, Soledade – 4 leitos ...

Relação da COVID-19 e com as manifestações na pele é destaque em palestra online


O surgimento do novo coronavírus impõe constantes atualizações e estudos. Sintomas
na pele já aparecem como um dos fatores para especialistas observarem no momento
do diagnóstico. O assunto ganhou importância durante a realização da 45a Jornada
Gaúcha de Dermatologia, nesta quarta-feira (30/09). O evento promovido pela
Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS) ocorreu em formato digital
e chegou ao quarto dia de palestras.

A primeira parte das aulas abordou infecções sexualmente transmissíveis (IST) com o
médico dermatologista Dr. Mauro Ramos falando da recrudescência da sífilis. Ele
destacou que Porto Alegre é a capital da doença no Brasil em número de casos, além de
abordar diferenças de exames e orientações de acompanhamento. Em seguida, o médico
dermatologista ex-presidente da SBD-RS Dr. Gustavo Correa discorreu sobre a
prevenção da infecção pelo HIV, dando ênfase a PEP (Profilaxia Pós-Exposição) e a PrEP
(Profilaxia Pré-Exposição).

Trazendo visibilidade ao tema dos exantemas virais, farmacodermias e seus diagnósticos
diferenciais, o médico dermatologista professor da UFRGS, Dr. Renan Bonamigo, frisou a
importância de fazer uma busca na história clínica de cada caso.

“Fazer uma análise de exantema sem buscar todo o contexto da pessoa é uma perda de
tempo e de todos os recursos que o paciente pode fornecer. É preciso caracterizar a
faixa etária, ocupação, se houve exposição em viagens ou com pessoas doentes, status
imunológico, sintomatologia geral e também se há medicações regulares ou ocasionais”,
explica.

Relacionando diretamente ao assunto seguinte, Bonamigo também falou sobre os
exantemas e o novo coronavírus, relatando que 5 a 6% dos pacientes com resultado
positivo apresentaram erupções cutâneas. Na sequência, a temática de lesões cutâneas
associadas à COVID-19 foi explorada pela médica dermatologista Dra. Leticia Eidt, que
trouxe um panorama completo do que se sabe sobre essa relação, indicações de
bibliografias nacionais e internacionais e apontando outras particularidades relacionadas
à pandemia:

“Há dois detalhes para acrescentar sobre esse momento que vivemos. O primeiro é o
agravamento de dermatoses, como acne, dermatite atópica, alopecia, surto reacional
hansênico e psoríase. O outro são os achados dermatológicos por conta do uso de
equipamentos de proteção individuais. É importante reparar que esses aspectos não são
necessariamente do vírus em si, mas em decorrência da pandemia”, detalhou.

As principais manifestações cutâneas relacionados ao novo coronavírus já confirmadas
são rash, erupções maculopapulosas, urticariformes, vesiculosas, vasculites e eritema
pernio. Ela também ressalta que, por ser uma doença recente, alguns aspectos são
muito iniciais e outros achados ainda serão descritos na literatura.

Sobre os protocolos relacionados às onicomicoses, o médico dermatologista Dr. Rodrigo
Vetoratto apresentou uma espécie de guia prático à audiência, abrangendo desde a
suspeita, passando pela confirmação, repetição e interpretação de exame, até
orientações gerais de detalhamento a pacientes, escolhas de tratamento e follow up.

A médica dermatologista Dr. Vanessa Santos Cunha finalizou a noite de aulas com uma
atualização da literatura de nutracêuticos no rejuvenescimento. Ela apresentou os
alimentos em que são encontrados, seus benefícios comprovados e estudados em
relação à saúde da pele, pesquisas de destaque na área e os alertas no uso de cada um
deles.
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