Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 01 de Junho de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 202 de Abril de 2020


SAúDE

Nova ala de UTI do Hospital de Osório começa a funcionar


Os dez novos leitos de UTI que foram entregues ao Hospital São Vicente de Paulo
(HSVP), de Osório, entraram em funcionamento na manhã desta segunda-feira (27/4).
Os equipamentos foram solicitados pela Secretaria da Saúde (SES) ao Ministério da
Saúde, dentro do plano de contingência hospitalar de enfrentamento à Covid-19 no Rio
Grande do Sul.

A ocupação dos leitos será via porta de emergência e por meio da Central de Regulação
do Estado. A diretora do Departamento Hospitalar e Ambulatorial da SES, Lisiane
Fagundes, explica que o município de Osório tem seus serviços hospitalares sob gestão
da SES, por isso os leitos serão disponibilizados para a regulação hospitalar.

Com esta nova unidade, o litoral norte do Rio Grande do Sul passa a contar com 40
leitos de UTI para acolher a demanda da pandemia de coronavírus. “Temos unidades de
tratamento intensivo em hospitais de Torres, Capão da Canoa, Tramandaí e agora em
Osório, cada uma das unidades com dez leitos”, informa Lisiane.

O diretor-presidente do Hospital São Vicente de Paulo, Marco Aurélio Pereira, disse que a
nova ala de UTI conta com 24 técnicos de enfermagem, cinco enfermeiros, responsável
técnico de enfermagem, médico plantonista 24 horas, médico que fará a rotina médica,
médico responsável técnico, profissional administrativo, equipe de higienização,
fisioterapeuta, assistente social e psicóloga, entre outras especialidades. ...

Farmácia do Estado reorganiza atendimento para evitar risco de contágio por coronavírus


A Farmácia de Medicamentos Especiais do Estado está preparada para receber os
usuários de forma a evitar aglomerações. Quem utiliza remédios de uso contínuo
precisa, em algum momento, sair de casa para buscá-los. Por isso, uma série de
medidas foram tomadas pela Secretaria da Saúde (SES) para evitar o contágio do novo
coronavírus nas dependências da Farmácia do Estado.

Quem chega no local, na esquina da avenida Borges de Medeiros com a rua Riachuelo,
no Centro Histórico de Porto Alegre, percebe, do lado de fora, faixas que mostram o
espaço de 1,5 metro, para que as pessoas mantenham o distanciamento social enquanto
esperam atendimento. Um estagiário orienta as pessoas que têm dúvidas e faz uma
triagem na fila a cada 10 minutos, para evitar que alguém fique ali caso não seja
necessário.

Um vigilante organiza a fila e a recepcionista chama cinco pessoas por vez, para não
encher o espaço interno. Todos usando equipamentos de proteção adequados, como
máscara e luvas. Avisos estão fixados nas portas e paredes, lembrando os presentes as
regras básicas de segurança sanitária.

Pessoas com doenças crônicas e ou que baixam a imunidade estão no grupo de maior
risco para a Covid-19. Esses têm atendimento prioritário extraordinariamente no 4°
andar do prédio, espaço cedido pelo Ministério da Saúde. “Estamos trabalhando na
nossa capacidade máxima para atender a todos”, afirma o coordenador da Divisão de
Monitoramento e Avaliação da Coordenação da Política de Assistência Farmacêutica, da
SES, Rodrigo Prado da Costa. “Recebemos reforços na força de trabalho, com mais dez
voluntários que se inscreveram para trabalhar no enfrentamento à pandemia e também
estagiários deslocados do Centro Administrativo do Estado”, acrescenta.

A Farmácia de Medicamentos Especiais do Estado está preparada para receber os
usuários de forma a evitar aglomerações. Quem utiliza remédios de uso contínuo
precisa, em algum momento, sair de casa para buscá-los. Por isso, uma série de
medidas foram tomadas pela Secretaria da Saúde (SES) para evitar o contágio do novo
coronavírus nas dependências da Farmácia do Estado.

Quem chega no local, na esquina da avenida Borges de Medeiros com a rua Riachuelo,
no Centro Histórico de Porto Alegre, percebe, do lado de fora, faixas que mostram o
espaço de 1,5 metro, para que as pessoas mantenham o distanciamento social enquanto
esperam atendimento. Um estagiário orienta as pessoas que têm dúvidas e faz uma
triagem na fila a cada 10 minutos, para evitar que alguém fique ali caso não seja
necessário.

Um vigilante organiza a fila e a recepcionista chama cinco pessoas por vez, para não
encher o espaço interno. Todos usando equipamentos de proteção adequados, como
máscara e luvas. Avisos estão fixados nas portas e paredes, lembrando os presentes as
regras básicas de segurança sanitária.

Pessoas com doenças crônicas e ou que baixam a imunidade estão no grupo de maior
risco para a Covid-19. Esses têm atendimento prioritário extraordinariamente no 4°
andar do prédio, espaço cedido pelo Ministério da Saúde. “Estamos trabalhando na
nossa capacidade máxima para atender a todos”, afirma o coordenador da Divisão de
Monitoramento e Avaliação da Coordenação da Política de Assistência Farmacêutica, da
SES, Rodrigo Prado da Costa. “Recebemos reforços na força de trabalho, com mais dez
voluntários que se inscreveram para trabalhar no enfrentamento à pandemia e também
estagiários deslocados do Centro Administrativo do Estado”, acrescenta.
Ações para melhorar o fluxo de atendimento na Farmácia de Medicamentos Especiais:

• Prazos de validade de receitas médicas estendidos: o usuário antes tinha até um mês
para retirar seu medicamento na Farmácia do Estado a partir do momento da prescrição
do médico. Agora poderá usar esse mesmo documento todos os meses por até um ano,
desde que esteja escrito “uso contínuo” na receita. No caso de remédios controlados,
esse prazo será de até seis meses.
Clique aqui e acesse a Portaria SES 208/2020.

• Dispensação para mais de um mês: alguns medicamentos poderão ser retirados para
até três meses de consumo, desde que exista estoque suficiente para não faltar para
ninguém.
Clique aqui e veja quais remédios estão nesta lista.

• Flexibilização da retirada por terceiros: se for um parente direto (filho, mãe ou pai), é
preciso apenas levar um documento próprio. Se não for alguém da família, é preciso
levar um documento próprio e do usuário (pode ser cópia ou foto), e uma declaração de
autorização da retirada do medicamento, que pode ser escrita a próprio punho.

• Renovação da continuidade de tratamento automática: os usuários precisam levar
novos exames e laudos periodicamente à Farmácia, para comprovar que ainda
necessitam da medicação. Com a Nota Técnica 01/2020 da Coordenação da Política de
Assistência Farmacêutica em conjunto com o Conselho das Secretarias Municipais de
Saúde do Rio Grande do Sul (Cosems/RS), todas as continuidades de tratamento foram
excepcionalmente prorrogadas automaticamente.

• Solicitação de medicamentos digital: quando a pessoa recebe pela primeira vez uma
receita médica, antes ela precisava levar todos os exames e laudos para serem
cadastrados na Farmácia. Agora o paciente faz isso tudo on-line. Esses documentos,
então, passam pela avaliação de uma perícia, que define se a pessoa realmente precisa
do remédio solicitado. Só então é necessário ir até a Farmácia – para efetivamente
retirar o medicamento. Por enquanto, são 75 remédios que possuem esse benefício, mas
a ideia é ampliar, aos poucos, para que todo o processo seja assim.
Clique aqui para acessar o serviço on-line.

Serviço
Farmácia de Medicamentos Especiais
Avenida Borges de Medeiros, 546, Centro Histórico
Horário: segunda a sexta-feira, das 7h às 18h
Telefone: (51) 3901-1000
...

Estudantes de Medicina sofrem com indefinições


O cenário provocado pela pandemia de COVID-19 é de incerteza e insatisfação para os
milhares de estudantes de Medicina no Rio Grande do Sul. Segundo a presidente do
Departamento Universitário da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS),
Kathrine Meier, a análise leva em conta dois grandes grupos: os do 1ª ao 4ª ano e o
outro referentes aos dois últimos anos da graduação de Medicina. Mesmo representando
grupos distintos, o ponto de intersecção é que ambos estão prejudicados pela falta de
habilidade das universidades em administrar um calendário acadêmico em uma situação
de crise. Além de todo esse cenário, no caso das instituições privadas, nenhuma delas se
mobilizou quanto à questão dos custos. Não houve redução nas mensalidades ou
flexibilização no pagamento.

Os alunos estão afastados das universidades desde a chegada da pandemia. Algumas
instituições adotaram o método EAD, a fim de minimizar os atrasos no calendário
acadêmico. Outras interromperam suas atividades. Nesse aspecto, segundo relato dos
estudantes, há casos bem sucedidos e outros com poucas aulas disponíveis e extenso
número de trabalhos.

“Quando nos deparamos com essa prática, fazemos dois questionamentos: até que
ponto isso realmente contribuirá para a construção do conhecimento? Essa postura é
uma medida compensatória tendo em vista que as aulas não são presenciais?”,
questiona Kathrine Meier.

Os dois últimos anos da faculdade de Medicina são referentes ao estágio do internato
que tem por objetivo integralizar todo o conhecimento e a prática médica.

“Desde a instauração da COVID-19, houve uma divisão em dois cenários: algumas
instituições mantiveram suas atividades com os internos, mesmo que em ritmo
reduzido, com escalas/rozídio para evitar aglomerações e, infelizmente, outras
coordenações simplesmente alegaram pouca infraestrutura desde EPI's até redução no
regime de atendimentos e pararam as atividades. No momento em que os internos
procuraram suas coordenações, a impressão que os alunos tiveram das suas instituições
é que a maior preocupação era o ponto de vista jurídico e não a situação desses
acadêmicos. Essa medida entristece e decepciona os acadêmicos, visto que esse tipo de
postura traduz a falta do acolhimento”, completa a presidente do DU AMRIGS.

A posição dos estudantes é, ainda, favorável à antecipação da formatura daqueles que
estão na fase final do curso.

“Seria interessante fazer a antecipação da colação de grau para aqueles que já
passaram pelas grandes áreas (pediatria, clínica médica e medicina de família e
comunidade) e que estão na fase do optativo. Concordamos que, para aqueles que não
preenchem esses critérios, ficaria arriscado antecipar a conquista do CRM. Sabemos a
importância do internato como um selador/finalizador de toda a carga horária durante a
graduação. Contudo, no cenário em que estamos, fechar os olhos e não se mobilizar
para a situação dos alunos não é correto e nem empático”, finaliza.

Fonte: PlayPress ...

AMRIGS reforça importância do cadastro nacional de médicos e profissionais da saúde


A Ação Estratégica "O Brasil Conta Comigo - Profissionais da Saúde" atualiza dados de
todos que atuam na área da saúde. O programa integra a Portaria 639 do Ministério da
Saúde, publicada no Diário Oficial da União. A Associação Médica do Rio Grande do Sul
(AMRIGS) considera a ferramenta necessária para o enfrentamento da pandemia.

"Estamos vivendo uma situação de emergência de saúde pública mundial; enfrentando
um vírus novo, mutante e para o qual não temos imunidade e nem vacina. Além disso, é
altamente contagioso e por mais que saibamos que a maioria das pessoas não terão
sintomas graves, especula-se a geração de um colapso na saúde pública caso a
população fique doente ao mesmo tempo. Isso está bem claro. Levando isso em
consideração é necessário que todos os profissionais da saúde estejam devidamente
capacitados para esse enfrentamento. É importante haver um alinhamento único porque
o de excesso de informação pode gerar tomadas de decisão distintas. Neste momento de
incertezas ter um planejamento organizado pode fazer a diferença na saúde dos
brasileiros”, afirma o médico de família e comunidade e diretor científico e cultural da
AMRIGS, Marcos Vinícius Ambrosini Mendonça.

A AMRIGS está atenta aos acontecimentos e apoia a medida do Ministério da Saúde.
Segundo o diretor de Comunicação da AMRIGS, médico cirurgião do aparelho digestivo e
cirurgião geral, Juliano Chibiaque, é fundamental que haja um respaldo para todos os
profissionais envolvidos.

“É importante que haja um treinamento adequado para que a população tenha todo o
suporte necessário. Também reforçamos uma preocupação que já existe que é a do uso
de EPIs pelos profissionais que são importantíssimos. Temos visto, em muitos países,
uma alta taxa de infecção por quem está atuando na linha de frente”, afirma.

A portaria considera profissional da área de saúde aquele subordinado ao
correspondente conselho de fiscalização das seguintes categorias profissionais:

I - serviço social;

II - biologia;

III - biomedicina;

IV - educação física;

V - enfermagem;

VI - farmácia;

VII - fisioterapia e terapia ocupacional;

VIII - fonoaudiologia;

IX - medicina;

X - medicina veterinária;

XI - nutrição;

XII - odontologia;

XIII - psicologia; e

XIV - técnicos em radiologia.

O link para o cadastro é o https://registrarh-saude.dataprev.gov.br./cadastro

Portaria 639

http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-639-de-31-de-marco-de-2020-
250847738 ...

Governo e UFPel assinam convênio para realizar testagem de coronavírus por amostragem


A pesquisa que estimará o percentual da população gaúcha infectada pela Covid-19 deve
começar na próxima semana. Durante a realização de uma videoconferência nesta
sexta-feira (3/4), o governador Eduardo Leite disse que as amostragens epidemiológicas
sequenciais serão coletadas com apoio de cinco universidades, em um esforço
coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) em parceria com o Estado. O
convênio foi assinado nesta sexta.

“Essa testagem vai nos ajudar a entender o perfil da população infectada e em quais
regiões a prevalência é maior. Aliados a outros dados, como internação em hospitais em
leitos clínicos ou de UTI, os resultados mostrarão a evolução do vírus de forma mais
consistente, e não apenas com a confirmação de casos”, explicou Leite. A partir do que
for concluído, o governo poderá traçar políticas de distanciamento social e de reforço no
atendimento hospitalar em regiões específicas.

Sob a coordenação do reitor da UFPel, Pedro Curi Hallal, o trabalho da epidemiologia da
Covid-19 mobiliza um grupo de especialistas de outras quatro universidades federais no
Estado – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Universidade Federal de Santa
Maria, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre e Universidade
Federal do Pampa.

O Estado já recebeu os testes, que foram enviados para Pelotas. A partir daí, será
iniciada a etapa de coleta e de aplicação dos questionários nas regiões previstas pelo
estudo, de maneira simultânea. Cada universidade parceira supervisionará uma região
pré-determinada. As equipes que farão a testagem já estão em treinamento.

Dos 48,9 mil testes disponibilizados pelo Ministério da Saúde ao RS, 20 mil destinam-se
à pesquisa, que ganhou notoriedade nacional e será replicada em outros Estados. Os
testes já foram validados e estão sendo enviados para Pelotas. A partir daí, começa a
etapa de coleta e de aplicação dos questionários nas regiões previstas pelo estudo, de
maneira simultânea.

Diante da impossibilidade material de testar a população em geral (atualmente os
diagnósticos são realizados em casos de internação), o estudo de prevalência da doença
é um mecanismo seguro para estimar o percentual de infectados a partir de testes em
pessoas selecionadas.

A ideia surgiu nas discussões internas do Comitê de Análise de Dados sobre a pandemia,
instituído em março pelo governador, e que tem no comando a titular da Secretaria de
Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Leany Lemos. "O Rio Grande do Sul não se
guia por achismos. Estamos buscando, nas evidências, as melhores informações para
tomar decisões bem embasadas. A pesquisa vai avaliar como estamos e projetar um
quatro de evolução", descreveu.

Em videoconferência com o governador e com a secretária, o reitor Hallal detalhou como
surgiu a ideia da pesquisa e quais são os principais objetivos do estudo. “Pensamos em
retornar ao básico: pesquisa de campo. Temos de contar quantos casos temos dessa
doença. Estudando 4,5 mil pessoas em todas as regiões do Estado, vamos saber qual
percentual está infectado. Duas semanas depois, voltaremos às regiões, e
entrevistaremos outras 4,5 mil. Serão quatro grupos de 4,5 mil entrevistados. Com a
quantidade de infectados a cada momento, saberemos a velocidade com a qual a
epidemia está se expandindo no Estado, além do percentual de infectados
assintomáticos ou com sintomas leves”, elucidou.

Os resultados de cada leva de 4,5 mil entrevistas serão publicados em tempo real, em
um prazo de até 48 horas, e divulgados à sociedade.

O estudo é viabilizado com apoio da iniciativa privada. Da capital, há investimento da
Unimed Porto Alegre e do Instituto Cultural Floresta. O Instituto Serrapilheira, do Rio de
Janeiro, também contribuiu.

A PESQUISA

Epidemiologia da Covid-19 no Rio Grande do Sul: estudo de base populacional e
validação de testes diagnósticos.

Objetivos principais

• Estimar o percentual de pessoas infectadas no RS através de inquéritos
epidemiológicos sequenciais.

• Conhecer a evolução (velocidade) que o coronavírus vem se alastrando.

• Identificar o percentual da população que é assintomática (não manifesta sintomas da
doença).

• Auxiliar o governo do Estado e demais organismos na definição das estratégias de
enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Regiões onde será aplicada

A partir de critérios do perfil populacional (IBGE), a pesquisa de campo ocorrerá em oito
regiões intermediárias:

• Caxias do Sul
• Grande Porto Alegre.
• Ijuí
• Passo Fundo
• Pelotas
• Santa Cruz do Sul/Lajeado
• Santa Maria
• Uruguaiana

Número de testes que serão aplicados

• 18 mil testes, divididos em quatro rodadas a serem implementadas com intervalo de
duas semanas, com coletas nas residências. A cada etapa, novas pessoas serão
diagnosticadas.




...

Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica oferece aulas EAD sobre doenças genéticas raras


A formação é direcionada a médicos geneticistas e não geneticistas, estudantes e
profissionais da área da saúde com interesse no tema. As inscrições serão abertas a
partir de abril para toda a comunidade acadêmica, médica e científica.

O curso, desenvolvido com apoio do núcleo de TelessaúdeRS, será no formato Mooc
(http://www.ufrgs.br/sead/cursos/moocs-1 e https://pt.wikipedia.org/wiki/MOOC) e as
pessoas poderão fazer o curso até dezembro, no tempo que elas preferirem (poucos dias
ou vários meses).

A SBGM também está vinculando os links das vídeo-aulas na sua página da internet para
os professores associados que possuem interesse em compartilhar o material com
alunos, residentes e colegas, em um momento de necessário isolamento provocado pela
pandemia do coronavírus (Covid-19).

“Estamos divulgando os vídeos deste segundo curso EAD desde já. Pensamos que os
vídeos podem ser úteis, particularmente para os professores, para o planejamento de
atividades EAD nesse momento de distanciamento social”, explica a 2° secretária e
coordenadora do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Genética Médica
(SBGM), Débora Gusmão Melo.

As vídeo-aulas poderão ser acessadas através do link. A intenção é que os associados
possam dividir as vídeo-aulas com os interessados, porém é importante destacar que
para obter a certificação é obrigatória a realização do curso pela plataforma do
TelessaúdeRS. Apenas a visualização das aulas a partir dos links não dará direito a
certificado.

Fiquem atentos às próximas notícias, que serão divulgadas em breve, com instruções
para inscrição no curso pela plataforma do TelessaúdeRS.

Fonte: PlayPress ...

Pediatras destacam mecanismos fundamentais para crianças com deficiência no período de isolamento


Em momentos de exceção, quando medidas extremas tem que ser tomadas, os grupos
mais vulneráveis da população ficam ainda mais limitados e menos atendidos nas suas
necessidades. As crianças com deficiência e suas famílias estão nesse grupo e são
particularmente afetadas nessa situação. A pandemia que estamos vivendo sem
precedente nesse século agrava a situação de forma exponencial, pois as medidas
restritivas, não têm um prazo para terminar causando maior insegurança quanto ao
tempo que será necessário para que tudo retorne à normalidade.

“Se a manutenção de rotina e serviços é fundamental para que as crianças com
deficiência tenham melhor funcionalidade no seu dia a dia, os ajustes em um
confinamento se tornam tarefas gigantescas para as famílias. Em geral, essas crianças
necessitam de um suporte diário de acompanhamento por equipe multiprofissional com
várias horas de intervenção por dia, além de atividades escolares. Mesmo assim, por
vezes, quando as atividades não são estruturadas existem dificuldades de organizar as
crianças, que respondem com respostas adaptativas limitadas, apresentando com
reações aversivas e agitação”, explica o pediatra de Desenvolvimento e Comportamento
da Sociedade de Pediatria do RS, membro da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do
Sul, e da Sociedade Brasileira de Pediatria, Ricardo Halpern.

Certamente, nesse momento ampliam-se os estresses do dia a dia, com menos suporte
da família estendida e rede de apoio, além de preocupações financeiras e se reflete na
criança que está em casa sem entender exatamente o que acontece.

Nesse momento para minimizar essa carga nas famílias e nas crianças existe uma
necessidade de criar mecanismos que possam adequar atividades à crianças com
deficiência. Elas já possuem um repertório pequeno de brinquedo interação social, e
muitas vezes sem uma capacidade de comunicação efetiva dificultando as trocas e
explicações. O simples fato de ter a rotina modificada pode gerar desorganização e
causar comportamentos disruptivos já que o aumento de estresse causa elevação dos
hormônios cortisol e adrenalina, levando ao que chamamos de estresse tóxico fazendo
com que o cérebro responda de forma ainda mais limitada à essas situações.

“Em linhas gerais, a manutenção de uma rotina o mais próximo possível do que a
criança teria é fundamental. Os horários das terapias, mesmo que em casa, devem ser
preenchidos com atividades similares (oferecidas pelos terapeutas) para que a criança
possa estabelecer um elo entre o que fazia nas terapias e aquele horário em casa. Da
mesma forma, outras atividades como refeições, horário de dormir e tempo de uso de
tela devem continuar regrados, pois o retorno à rotina habitual após a normalidade,
pode ser difícil se essas atividades sofrerem tantas alteração. Cabe aos profissionais de
saúde, mesmo de forma remota, prover orientações no sentido de oferecer a melhor
estabilidade possível para essas famílias”, acrescenta o médico.

A severidade de cada caso impõe medidas peculiares para cada situação. É importante
lembrar o papel das ferramentas de comunicação virtual para auxiliar as famílias nesse
momento complicado. Distanciamento social não pode se traduzir como distanciamento
emocional e afetivo e uma maneira de minimizar a distância física é utilizar as redes
sociais para trazer para “perto” os contatos que oferecem suporte emocional e técnico
para as famílias.

Fonte: PlayPress ...




Edição n° 202 - Abril de 2020

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