Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 20 de Setembro de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 199 de Janiero de 2020


SAúDE

Hospital Moinhos de Vento conquista status Ouro no atendimento de AVC


O comprometimento para qualificar ainda mais a prestação de cuidados do AVC garantiu
ao Hospital Moinhos de Vento a certificação Ouro no Angels Award. Vinculado à
Sociedade Iberoamericana de Doenças Cérebro Vasculares e à Organização Mundial de
AVC, o prêmio existe na América Latina desde 2018. Além do Moinhos, apenas três
instituições brasileiras alcançaram esse status.

O programa Angels auxilia na implementação e qualificação dos centros de AVC em todo
o mundo. Os hospitais são classificados como “prontos para o atendimento da doença”
quando têm a estrutura mínima e monitoramento de dados. Os que registram os
melhores desempenhos são classificados como Ouro, Platina e Diamante. No Brasil,
Hospital Moinhos de Vento, Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Hospital de Clínicas de
Ribeirão Preto têm status Ouro, enquanto o Hospital de Clínicas de Bauru recebeu a
certificação Diamante. Ao todo, mais de 150 hospitais brasileiros participam do
programa, além de 2,8 mil de todo o mundo.

“Esse monitoramento permite que as instituições verifiquem a qualidade da atenção e
modifiquem os processos que não estiverem adequados, possibilitando a comparação
com os demais centros do seus país, da região e de outras regiões do mundo”, destaca a
chefe do Serviço de Neurologia do Hospital Moinhos de Vento, Sheila Martins.


Foto: Divulgação Hospital Moinhos de Vento

A chefe do Serviço de Neurologia, Sheila Martins, destaca que a rapidez no atendimento
e baixas taxas de mortalidade fizeram do Moinhos de Vento uma referência ...

Atendimento de traumatologia em Montenegro é pauta de reunião com gestores da região


Prefeitos e secretários de saúde de municípios do Vale do Caí estiveram nesta quinta-feira
(23/1) reunidos com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, para tratar do atendimento
em traumatologia para a região. No momento, está em elaboração uma proposta para
oferecer a especialidade em Montenegro para os quase 180 mil habitantes dos 14
municípios, que hoje são encaminhados para Canoas.

A discussão passa pela definição do número de atendimentos que serão ofertados – entre
consultas e cirurgias – e os valores a serem subsidiados por Estado, municípios e governo
federal. A reunião contou com a presença do presidente da Associação de Municípios do
Vale do Caí, Hélio Muller (de Tupandi); do prefeito de Montenegro, Carlos Eduardo Muller;
além de outros gestores da região e da direção do Hospital de Montenegro.

Por parte da SES, acompanharam a secretária Arita, a diretora do Departamento de
Assistência Hospitalar e Ambulatorial, Lisiane Fagundes, e a coordenadora da 1ª
Coordenadoria Regional de Saúde, Ana Maria Rodrigues. Assim como a traumatologia, a
SES avalia com os gestores uma nova referência em oncologia em Montenegro, assunto
que será discutido na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de fevereiro. ...

Vigilância reforça medidas de prevenção do sarampo a trabalhadores de saúde


O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) publicou nesta quarta-feira (22/1) uma
nota informativa reforçando as medidas de segurança e prevenção do sarampo aos
profissionais da área da saúde. A recomendação é que pontos de atendimento, públicos
e privados, e os Serviços de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMTs) indiquem e
acompanhem a atualização do calendário vacinal de rotina de todos os trabalhadores da
área da saúde, independentemente da idade. A orientação é de que esse público tenha o
registro de duas doses da vacina tríplice viral.

A nota sugere que o cartão vacinal atualizado seja solicitado já na admissão dos
funcionários e recomendada a vacinação, se necessário. A proteção a esse público é
prevista pelo Ministério da Saúde por ser uma das formas de evitar surtos de doenças
imunopreveníveis em instituições, por se tratar de uma atividade onde os trabalhadores
mantêm contato com várias pessoas e muitas delas já com algum comprometimento da
imunidade. Assim como para a população em geral, as doses da vacina estão disponíveis
gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Só é considerado protegido o trabalhador com comprovação de duas doses da tríplice
viral. O funcionário sem nenhum registro da vacina deve receber duas doses, com
intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Cenário nacional

O Brasil havia recebido o certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-
Americana da Saúde (OPAS) em 2016. Contudo, o vírus retornou ao país em 2018, com
a confirmação de mais de 10 mil casos, o que continuou em 2019, fazendo com que o
Brasil perdesse o crédito internacional. Somente no ano passado foram mais de 17 mil
casos no país, sendo 76 no Rio Grande do Sul, em 11 cidades.

Alerta a casos suspeitos

Diante do cenário epidemiológico e o perfil de alta transmissibilidade do vírus, é
imprescindível detectar e notificar rapidamente, em até 24 horas, qualquer caso
suspeito. Isso possibilita que as medidas de controle sejam realizadas oportunamente,
interrompendo a cadeia de transmissão. Por isso, aos serviços da saúde também se
orienta que, na ocorrência de um caso suspeito, notifiquem, via telefone, a Secretaria
Municipal de Saúde ou ao Disque Vigilância do Estado, pelo número 150.

É considerado caso suspeito todo indivíduo que, independentemente da idade e situação
vacinal, apresentar febre e manchas vermelhas (exantema maculopapular),
acompanhados de tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite. ...

Secretaria da Saúde orienta profissionais e população sobre novo coronavírus


A Secretaria da Saúde (SES), por intermédio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde
(Cevs), está orientando as redes de saúde pública e privada sobre notificação de casos
suspeitos de doença respiratória causada pelo agente novo coronavírus. O trabalho é feito a
partir das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde
(MS), que lançou nesta quinta-feira (23/1) um boletim epidemiológico sobre essa nova cepa
viral. Desde o final de 2019, quando foram detectados na China casos de doença respiratória
provocada pelo coronavírus, os Estados vêm monitorando o evento, em conjunto com o
ministério.

Como resultado deste trabalho, as instituições de saúde lançaram um alerta para eventuais
casos de pessoas com sintomas suspeitos e que tenham histórico de viagem para áreas de
transmissão nos últimos 14 dias. Os sintomas clínicos são principalmente respiratórios, como
febre, tosse e dificuldade para respirar. Os casos mais graves podem evoluir para pneumonia.

O Rio Grande do Sul, no momento, não tem nenhuma situação relacionada ao novo
coronavírus em investigação. O único caso suspeito até agora, notificado ao MS na quarta-
feira (22/1), foi descartado. Tratava-se de uma pessoa que passou 18 dias trabalhando na
China e que procurou atendimento médico com febre e tosse. Após serem tomadas as
medidas preconizadas para atendimento de caso suspeito, o resultado foi negativo, e o
paciente não está internado.

A OMS detectou que a transmissão pessoa a pessoa está acontecendo entre familiares e
profissionais de saúde em contato com indivíduos infectados na cidade de Wuhan (China) que
é, até o momento, o único local conhecido com transmissão.

RECOMENDAÇÕES

Para os casos suspeitos, é recomendado:

• Paciente deve usar máscara cirúrgica logo no início e ser mantido em quarto privativo.
• Profissionais devem usar medidas de precaução padrão.
• Casos graves devem ser encaminhados para um hospital de referência.
• Casos leves devem ser acompanhados pela atenção básica em saúde.

PORTOS, AEROPORTOS E FRONTEIRAS

A vigilância sanitária orienta adoção de medidas nos pontos de entrada no país:

• Atenção para detectar suspeitos.
• Orientação para notificação imediata destes casos.
• Elaboração de avisos sonoros com recomendações sobre sinais, sintomas e cuidados básicos.
• Intensificar procedimentos, limpeza e desinfecção de equipamentos de proteção individual
(EPI).
• Orientar equipes dos postos médicos quanto à detecção de casos suspeitos.
• Atender a possíveis solicitações de listas de viajantes para investigação de contato. ...

Abertura de leitos no Hospital Regional é tema de reunião entre Estado e Fundação de Cardiologia


Uma nova reunião para tratar da aquisição de equipamentos que permitirá a abertura de 130
leitos no Hospital Regional de Santa Maria ocorreu nesta quinta-feira (16/1) na Secretaria da
Saúde (SES). A instituição, que hoje mantém os ambulatórios de doenças crônicas e de
cardiologia, é gerida pela Fundação Universitária de Cardiologia (FUC).

A secretária-adjunta Aglaé Silva frisou que o trabalho é uma das prioridades do governo do
Estado para 2020. O recurso para a compra dos itens necessários para que o local possa ter
internações foi liberado ao final do ano passado pelo Ministério na Saúde. O processo agora
passa por definir as etapas de aquisição dos bens e ajustes na estrutura física do hospital para
essa finalidade.

Está prevista a abertura de 130 leitos. Desses, 120 serão para as especialidades de
cardiologia, neurologia e traumatologia, enquanto outros dez para a Unidade de Tratamento
Intensivo (UTI). Eles estarão divididos entre os três pavimentos do hospital (subsolo, primeiro
e segundo andar). O projeto conta ainda com um bloco com duas salas para cirurgias.

Além da direção da FUC, representada pelo superintendente Rogério Pires e pelo diretor
administrativo do Hospital Regional, Elvis Prestes, participaram da reunião o secretário de
Saúde de Santa Maria, Francisco Harrisson, e representantes da Associação de Municípios da
Região Centro, da Subsecretaria de Administração Central de Licitações do Estado (Celic), da
Secretarias de Obras e de outras áreas da SES, como vigilância em saúde, departamento
administrativo, e assessoria jurídica e de planejamento técnico.

Texto: Ascom SES ...

Estado começa distribuição de vacinas pentavalente a municípios


A Secretaria da Saúde (SES) começou nesta quinta-feira (9/1) a distribuição das 41 mil doses
de vacinas pentavalente recebidas do Ministério da Saúde. As cidades da Região Metropolitana
devem estar abastecidas entre a quinta (9/1) e a sexta (10/1), enquanto os municípios mais
distantes têm previsão de recebimento até a próxima semana. Todas as cidades do RS serão
atendidas, em número proporcional à população. A vacina é recomendada para crianças em
três doses, aos 2, 4 e 6 meses. A pentavalente protege contra difteria, tétano, coqueluche,
hepatite B e meningite por Haemophilus influenzae B.

Na manhã desta quinta-feira, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) entregou as
doses previstas para a capital e para as coordenadorias regionais com sede em Cachoeira do
Sul e Ijuí, que as distribuíram entre as 32 cidades abrangidas. À tarde foram encaminhadas as
vacinas para as duas regionais responsáveis pelos 65 municípios da Região Metropolitana.

O envio foi realizado em caráter emergencial, já que o imunobiológico passou por um período
de indisponibilidade na rede desde o ano passado, devido a um desvio de qualidade
identificado na sua produção. Um novo lote importado foi liberado pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa), após aprovação em testes de qualidade pelo Instituto Nacional
de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

A quantidade recebida corresponde a aproximadamente a média mensal utilizada no Estado.
Para colocar em dia a situação vacinal de todas as crianças que tenham ficado sem tomar a
dose nos últimos meses, mais envios estão previstos pelo Ministério da Saúde ao Rio Grande
do Sul ainda em janeiro. A criança – independentemente da idade – que não tomou uma ou
mais doses previstas no calendário deve ser levada à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais
próxima para colocar em dia sua carteira de vacinação.

A primeira dose é prevista aos 2 meses de idade e, a partir dela, as demais devem ser feitas
com intervalo mínimo de 30 dias, sendo que recomenda-se 60 dias entre as doses. Quem
deixou de tomar alguma dose na idade recomendada pode ser vacinado a qualquer momento,
respeitando o intervalo de tempo previsto. ...

Do pedido de socorro à chegada da ambulância


Dando continuidade às reportagens sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(Samu), hoje apresentaremos um passo a passo do trabalho que acontece desde o
chamado ao 192 até a chegada da ambulância ao local e o atendimento ao paciente.

Qualquer cidadão dentro da área de cobertura do Samu RS que passar por uma situação
de urgência ou emergência médica pode discar 192 para receber apoio de uma equipe
socorrista preparada para atender todo tipo de ocorrências. São profissionais de diversas
áreas médicas, além de rádio-operadores, condutores, administrativos e gestores que
compõem o Samu no Estado.
Iniciando o chamado

Quando alguém liga para o 192, a chamada é atendida por um Telefonista Auxiliar de
Regulação Médica, conhecido por Tarm. Esse funcionário coleta as informações básicas
do solicitante e do paciente e pergunta qual é a urgência. A prioridade, neste primeiro
momento, é entender a localização exata e a gravidade do chamado. “Uma das
primeiras perguntas que o telefonista faz é qual é o município, pois somos uma
regulação estadual e atendemos chamadas de vários pontos do Estado. Quanto mais
completo é o endereço, mais rápido a ambulância consegue chegar ao local da
ocorrência”, explica a enfermeira reguladora Claudia Oliveira da Rosa, da Coordenação
Estadual das Urgências. Ao realizar a ligação através do aplicativo para smartphones
Chamar 192, os dados pré-cadastrados pelo solicitante, como nome, idade, sexo e
localização via georreferenciamento, irão automaticamente para a tela do computador
do Tarm.

Regulação
A chamada, então, é transferida para um profissional de saúde, que pode ser um médico
ou um enfermeiro regulador, dependendo do tipo de ocorrência. Nesta etapa, o
atendimento é por ordem de prioridade e não por ordem cronológica. Ou seja, quanto
mais grave a situação registrada pelo Tarm, mais rápido o profissional prosseguirá o
atendimento.

O médico ou enfermeiro avalia a situação. Há casos com menos gravidade que podem
ser levados ao hospital mais próximo ou a alguma Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
por meios próprios ou casos em que não há a necessidade de atendimento médico
naquele momento. Se for constatada a necessidade de envio da ambulância, é o médico
regulador quem define os procedimentos a serem adotados em relação a cada paciente,
de acordo com protocolos do Samu.

Deslocamento da ambulância
O profissional na Central de Regulação faz o acionamento da ambulância diretamente da
tela do computador ao smartphone da equipe socorrista.

O deslocamento da equipe é monitorado pela Central de Regulação através de GPSs nas
ambulâncias e nos telefones. “Os rádio-operadores são os controladores da frota”,
explica Claudia.

Atendimento do paciente na cena
Após a realização da avaliação da vítima e dos primeiros socorros, as equipes passam as
informações para a Central de Regulação, por meio do smartphone. O médico regulador
na Central recebe essas informações e define os próximos procedimentos e para onde
levar o paciente. Se há médico socorrista na cena, ele tem autonomia para tomar as
decisões necessárias.

A enfermeira Claudia exemplifica: “O paciente pode precisar de oxigênio, imobilização,
soro, algum medicamento. O médico faz o encaminhamento, e a equipe segue as
recomendações.” A enfermeira reguladora Magda Regina Door, do Núcleo de Educação
em Urgência do Samu RS acrescenta: “Às vezes a equipe faz todo o atendimento na
cena, o que pode demorar um pouco. A função do Samu não é meramente transportar o
paciente do local da ocorrência para um hospital, mas atender a situação com todos os
recursos possíveis.”

Fechamento do chamado
O médico regulador segue mantendo contato com a equipe socorrista até o fim da
ocorrência, quando a ambulância deixa o paciente no seu destino, seja em algum
hospital ou outro serviço de saúde, ou mesmo em casa. ...




Edição n° 199 - Janiero de 2020

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