Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 24 de Janeiro de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 198 de Dezembro 2019


SAúDE

Municípios e entidades recebem equipamentos de urgência e veículos para pessoas com deficiência


A Secretaria da Saúde (SES) entregou equipamentos para o atendimento de urgências e
quatro furgões para o transporte de cadeirantes e pessoas com dificuldade de
locomoção. Ao todo foram beneficiadas 45 cidades do Estado. Os equipamentos, como
desfibriladores e incubadoras neonatais, serão utilizados por bases do Samu e em
Prontos Atendimentos. Já os veículos foram destinados a entidades que prestam
atendimento a pessoas com necessidades especiais.

Na cerimônia de entrega, no dia 10/12, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, disse
esperar que os itens sejam de grande importância no atendimento à população. “Com
isso queremos reforçar e qualificar os serviços de urgência e emergência do Estado,
assim como o trabalho de excelência dessas quatro entidades que prestam apoio a
pessoas com necessidades especiais”, completou a secretária.

Os furgões são do modelo Renault Master adaptados com plataforma de acessibilidade
para o transporte de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção. A capacidade
é para até três cadeirantes no veículo, além de seis passageiros e o motorista. A
aquisição dos bens foi feita pelo Ministério da Saúde.

As entidades beneficiadas:

Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) de Santa Maria
Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae) de Três de Maio
Associação Hospitalar Beneficente Santo Antônio de Tenente Portela
Associação Cristã de Deficientes Físicos (ACD) de Passo Fundo
Os equipamentos doados foram disponibilizados às cidades depois de análise técnica da
Coordenação de Urgências e Emergências e da Divisão de Suprimentos da Secretaria. Ao
todos, foram entregues 113 itens, como desfibriladores, incubadoras neonatais,
detectores de batimento fetal, respiradores, monitores multiparâmetros, entre outros.

A lista dos equipamentos:

33 cardioversores
2 desfibriladores
2 desfibriladores/cardioversores
9 detectores de batimento fetal
11 glicosímetros
3 incubadoras
36 monitores multiparâmetros
12 oxímetros de pulso
2 ventiladores
2 ventiladores de transporte
1 ventilador neonatal

Municípios beneficiados com os equipamentos e/ou veículos:

– Alvorada
– Arroio do Sal
– Balneário Pinhal
– Boa Vista do Buricá
– Camaquã
– Candelária
– Capão da Canoa
– Chapada
– Cristal
– Espumoso
– Faxinal do Soturno
– Feliz
– Frederico Westphalen
– Ijuí
– Jaguarão
– Jaguari
– Lavras do Sul
– Marau
– Nova Petrópolis
– Nova Prata
– Osório
– Panambi
– Passo Fundo/Associação Cristã de Deficientes Físicos (ACD)
– Quaraí
– Restinga Seca
– Rodeio Bonito
– Ronda Alta
– Santa Maria/Apae
– Santa Vitória do Palmar
– Santo Antônio da Patrulha
– Santo Cristo
– São José do Norte
– São Marcos
– São Sebastião do Caí
– São Sepé
– Seberi
– Serafina Corrêa
– Soledade
– Tapejara
– Tavares
– Tenente Portela
– Tenente Portela/Associação Hospitalar Beneficente Santo Antônio
– Três de Maio/Apae
– Triunfo
– Tupanciretã
– Vera Cruz ...

Projetos do Hospital Moinhos de Vento buscam aumentar número de médicos de família e comunidade no Brasil


Em países com sistemas públicos considerados extremamente eficazes pela Organização
Mundial da Saúde (OMS), como Inglaterra e Canadá, o número de médicos de família e
comunidade chega a 51% do total de profissionais da área. No Brasil, de acordo com a
Demografia Médica, eles representam apenas 1,5%. São cerca de 5,5 mil especialistas na
Atenção Primária à Saúde (APS) para mais de 44 mil unidades de Estratégia de Saúde da
Família (ESF), ou seja, mesmo que todos estivessem atuando na rede, apenas 3,4% das
equipes estariam contempladas.

Dois projetos desenvolvidos pelo Hospital Moinhos de Vento, em parceria com o Ministério da
Saúde, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de
Saúde (PROADI-SUS), têm como foco estabelecer esse equilíbrio. O objetivo é contribuir para
a qualificação na atenção primária. Os cursos visam realizar um diagnóstico, propor soluções
de apoio institucional aos Programas de Residência de Medicina e Comunidade do Brasil e
formar preceptores para atuar em cursos de graduação e residência médica.

“O médico de família e comunidade pode atender mais de 80% das necessidades de saúde de
um indivíduo ao longo da vida. A maior parte dos problemas pode ser resolvida na atenção
primária à saúde, sem a necessidade de encaminhamento a outros especialistas”, afirma Maria
Eugênia Bresolin Pinto, coordenadora de educação institucional do Hospital Moinhos de Vento.

O médico de família e comunidade

O profissional é responsável por oferecer desde a promoção da saúde (orientações para uma
melhor alimentação) e prevenção (vacinação e planejamento familiar) até o tratamento de
doenças agudas e infecciosas, controle de doenças crônicas, cuidados paliativos e reabilitação.
São médicos especialistas em cuidar dos seus pacientes, considerando as condições de
moradia e de trabalho em que eles vivem.

Por que sobram vagas nos programas de residência?

O projeto Apoio a Residência de Medicina de Família e Comunidade iniciou em 2018 e está
ligado à Secretaria de Atenção Primária da Saúde (SAPS), do Ministério da Saúde. Participam
do estudo residentes, ex-residentes e preceptores supervisores de 302 programas de
residência, localizados em 187 municípios brasileiros, além de gestores municipais.

A pesquisa caracteriza o cenário brasileiro dos programas de residência na área para
identificar os motivos pelos quais sobram vagas, enquanto em outras especialidades o número
de candidatos por vaga passa de 100. “Com o diagnóstico, serão traçadas estratégias.
Entregaremos ao governo federal um plano de ação a ser implementado para reverter o
quadro”, explica Maria Eugênia.

Mais médicos de família

Também desenvolvido pelo Moinhos de Vento junto à SAPS, o projeto Especialização em
Preceptoria busca aumentar o número médicos especialistas em Medicina de Família e
Comunidade. O curso, que iniciou em 2018, formará 700 preceptores no ano que vem. “São
esses médicos que acompanham a formação dos residentes. O objetivo é que os preceptores
qualifiquem as residências e atraiam mais médicos para a especialização”, ressalta a
pesquisadora Carmen Vera Giacobbo Daudt, líder do projeto.

O curso tem duração de dois anos e caga horária de 550 horas, na modalidade a distância. ...

Ato celebra um ano de funcionamento de ambulatório de cirurgia plástica do Centro de Saúde IAPI


A presidente da SBD-RS, Taciana Dal’Forno Dini, participou da solenidade de
inauguração do Ambulatório de Cirurgia Plástica de Pequeno Porte no Posto de Saúde
IAPI, em Porto Alegre. Neste ambulatório, serão retiradas as lesões suspeitas de câncer
de pele atendidas no Posto IAPI, na Campanha Dezembro Laranja da SBD-RS que
acontece, esse ano, no dia 7 de dezembro. Esta é uma parceria entre as regionais do RS
das Sociedades Brasileiras de Dermatologia e Cirurgia Plástica que iniciou em 2018.

O primeiro ano de funcionamento do Ambulatório de Cirurgia Plástica de Pequeno Porte
do Centro de Saúde IAPI foi marcado pelo descerramento de placa comemorativa. O
evento ocorreu na quinta-feira, (28/07), na área 4, onde funciona o serviço, que resulta
de parceria entre a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), a Sociedade Brasileira de
Cirurgia Plástica/Regional RS e o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). No local,
são realizados pequenos procedimentos cirúrgicos ambulatoriais, nas especialidades de
cirurgia plástica de pequeno porte e dermatologia, realizados com anestesia local, com
foco principal no tratamento do câncer de pele. Os atendimentos e cirurgias são
realizados pela equipe de cirurgia plástica do HCPA, com seus professores e residentes,
e equipe de enfermagem do bloco cirúrgico do IAPI.

Participaram o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica/Regional RS, Dr.
Marcelo Maino; o secretário municipal de Saúde, Dr. Pablo Stürmer; o chefe do Serviço
de Cirurgia Plástica e Craniofacial do HCPA, Dr. Marcus Vinicius Martins Collares e o
coordenador de ensino do Programa de Residência Médica de Cirurgia Plástica do HCPA e
responsável pelo ambulatório, Dr. Antônio Carlos Pinto Oliveira e a gerente distrital de
saúde, Ana Lúcia Dagord.

Fonte: PlayPress ...

Aplicativo do Samu começa a ser utilizado pela população para pedir socorro


Desde o lançamento do aplicativo para smartphones do Serviço Móvel de Urgência
(Samu), na primeira semana de novembro, 19 cidadãos o utilizaram para realizar
chamadas ao 192 de diferentes locais do Estado. Os pedidos de socorro foram por
situações de quedas, acidentes de trânsito, dor torácica e outras urgências clínicas.
Também foram registradas ligações de teste por parte da população, de acordo com a
coordenadora estadual de urgências e emergências, Marly Moraes Lima.

A ligação a partir do app agiliza o atendimento da equipe na Central Estadual de
Regulação e o deslocamento das ambulâncias, pois os dados do solicitante estão pré-
cadastrados e a localização exata da ocorrência é compartilhada via GPS. “Alguns
segundos que economizamos na conversa inicial de um atendimento podem ser
fundamentais para salvar a vida do paciente que está precisando da ambulância”,
ressalta Marly.

O aplicativo está disponível no Google Play para telefones Android, e ocupa 41MB de
memória do celular. “O ideal é que as pessoas criem a cultura de baixar e manter o
aplicativo no seu celular, porque nunca sabemos quando vamos precisar utilizá-lo. Se
houver uma emergência, todos os dados prévios serão enviados automaticamente para
a equipe”, conclui a coordenadora.

Saiba a diferença

Quando uma pessoa disca 192 na área de abrangência do Samu RS, a ligação será
atendida na Central Estadual de Regulação, em Porto Alegre. Ficam de fora as chamadas
realizadas em Bagé, Pelotas e Caxias do Sul, que caem nas centrais próprias de cada um
desses municípios.

Independentemente de qual central de regulação atenda a ligação, quem faz a triagem
inicial é o técnico auxiliar de regulação médica (Tarm). É esse profissional que coleta as
informações preliminares da urgência, para saber quem está ligando, o que está
acontecendo e onde é a ocorrência.

Após essa fase inicial, o técnico passa a chamada para um médico ou um enfermeiro
regulador, dependendo da gravidade da situação. O médico terá a prerrogativa de
definir a necessidade de acionar a ambulância, que pode ser de suporte básico ou
avançado (para os casos mais graves).

Ao realizar o chamado a partir do aplicativo, as informações de quem é o solicitante e o
local entrarão automaticamente no sistema de regulação, fazendo com que o médico
possa acionar a equipe de socorro mais rapidamente. ...




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