Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 21 de Novembro de 2018. Página Inicial | Contato
SEÇÕES
Artigo
Educação
Eldorado do Sul
Especial
Geral
Guaíba
Produtos e Serviços
Região Carbonífera
Saúde
Flagrante na Foto
Anunciantes
LINKS
Portal Eldorado
Lantec
Envie sua Mensagem

Você é o visitante n°
26359488


Edicão n° 171 de Setembro 2017


SAúDE

Médicos apresentam estudos que comprovam riscos da obesidade infantil no Congresso Brasileiro de Nutrologia


Uma pesquisa realizada em 2017 e publicada no periódico britânico New England no mês
de julho estimou que existem 107,7 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no
mundo. Para o Prof. Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida, médico nutrólogo e
coordenador da área de nutrologia pediátrica da Associação Brasileira de Nutrologia, a
obesidade é uma doença que traz impactos imediatos, e não apenas futuros. "Uma
criança obesa acumula risco de desenvolver mais doenças crônicas, e temos observado
um aumento gradativo de hipertensão arterial, esteatose hepática não alcoólica (gordura
no fígado) e uma resistência insulínica muito grande. A previsão é de que, em 2025, a
população mundial de crianças obesas chegue a 20% ", disse, durante o XXI Congresso
Brasileiro de Nutrologia, em São Paulo.

Um levantamento realizado na Ucrânia também nesse ano mostrou que uma pessoa que
foi obesa na infância, quando adulta, tem uma queda na capacidade de trabalho de 5,2
vezes, um aumento de 8,1 vezes no risco de doenças respiratórias, 7,7 vezes mais
propensão a desenvolver risco de dermatite alérgica, e 3,4 vezes mais risco de
hipertensão arterial. Outro estudo, realizado na Coréia do Sul, com mais de 1.500
crianças, avaliou que há um risco quase 27 vezes maior de uma criança obesa
desenvolver uma comorbidade como dislipidemia (colesterol alto), resistência insulínica,
apneia obstrutiva do sono, defeitos na imunomodulação, etc.

No Simpósio de Obesidade infanto-juvenil, também um estudo comprovou que crianças
obesas e com sobrepeso possuem um ventrículo esquerdo mais hipertrofiado, mesmo
que sem a presença de hipertensão arterial, o que sobrecarrega o coração e pode gerar
risco direto à vida. Além disso, grande parte das jovens meninas que são obesas
apresentam Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). Quando somada à obesidade, a
SOP pode estar relacionada ao constante ganho de peso, maior resistência insulínica e
desregulação hormonal. Metade das meninas com SOP possui esteatose hepática.

O ideal, de acordo com o Dr. Nogueira, é olhar de maneira séria para a obesidade
infanto-juvenil. "O principal erro dos pais é trazer os filhos única e exclusivamente pela
discriminação social. Existem outros aspectos que devem ser levados em conta, e a
saúde é o principal deles", afirma.

Comportamento alimentar e Influência dos pais na alimentação

A professora e psicóloga clínica, Carla Cristina Nogueira de Almeida, comenta que o
comportamento alimentar é composto por aspectos constitucionais, de socialização e
fatores afetivos, como a interação mãe, criança e família. "Um dos maiores erros que
encontramos é a mãe que não consegue interpretar, durante os primeiros meses de
vida, o choro de seu filho e acaba estimulando para toda resposta um alimento", diz a
psicóloga.

A literatura comprova que um novo alimento deve ser introduzido de 8 a 15 vezes para
que a criança defina se gosta ou não dele. No mais, existem alguns aspectos que as
crianças obesas desenvolvem que podem ajudar os pais a identificar a propensão a
doença: comem mais rápido, comem na ausência de fome (pouco tempo), tem pouca
saciedade, envolvem-se com o comer emocional.

O ideal é que os pais desempenhem uma maior influência e controle na alimentação dos
filhos. Portanto, a psicóloga Carla, após observar casos em seus consultórios, os
categorizou em quatro tipos:

Responsivos: São aqueles que são muito responsáveis e exigentes quanto a
alimentação. Eles direcionam as atividades dos filhos de forma racional e orientada,
dialogam e encorajam a autonomia e não cedem a todos os desejos das crianças. Com
isso, há um melhor desempenho, poucos problemas de comportamento e maior
autoestima dos filhos.

Indulgentes: Os pais indulgentes possuem uma tolerância alta, muito afeto, baixo
controle sobre os filhos, raramente fazem exigências e raramente aplicam punições,
sendo assim pouco exigentes e muito responsáveis. Isso leva os filhos a uma boa
autoestima, maior maturidade, porém um baixo desenvolvimento escolar e até mesmo
apresentar sinais de agressividade.

Controladores: Muito exigentes e pouco responsáveis. São os que modelam, controlam e
avaliam o comportamento com regras absolutas, com força e autoridade e a favor de
medidas punitivas. As crianças apresentam um alto desempenho acadêmico, menor
autoestima, mais medos e frustrações, e maior ansiedade e depressão.

Negligentes: São os que mais preocupam, pois são irresponsáveis, e não são exigentes.
As crianças apresentam um pior ajustamento social dentro dos outros perfis, menor
competência cognitiva, e maiores problemas de internalização e comportamento. ...

Clínica Nefrológica de Guaíba é reaberta


A Clínica Nefrológica de Guaíba voltou a receber novos atendimentos. Cerca de 35
pacientes estão usufruindo do espaço, sendo que, nos próximos três meses, deverá ser
normalizado o serviço para outros 26 pacientes, que ainda são atendidos em Cachoeirinha e
Porto Alegre.
O local estava parcialmente interditado pela Vigilância Sanitária do Estado desde o ano
passado, razão pela qual não estava recebendo novos pacientes. Além de evitar o desgaste
físico de pacientes a outras localidades, a reabertura significa mais uma economia com
gastos em transporte.
A capacidade total de atendimento da clínica é de 115 pessoas.

Foto: Gustavo Gossen ...

Médicos debatem inovações no tratamento de alterações e doenças de pele


O corpo humano está sujeito a diversos tipos de alterações e a pele, sendo o maior
órgão, emite diversos desses sinais. Não são poucas as situações encontradas nos
consultórios dermatológicos e, com o objetivo de promover a qualificação profissional,
médicos debatem o assunto durante a Jornada Gaúcha de Dermatologia, promovida pela
Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS.

A rosácea é uma das situações comuns, caracterizada por sintomas como vermelhidão
na pele e lesões inflamadas, especialmente nas bochechas, nariz, testa e queixo. Muitas
vezes começa entre as idades de trinta e cinquenta anos e afeta mais mulheres do que
homens. Outro tema recorrente é a psoríase, que pode ter sintomas variados conforme
o paciente, mas são conhecidas de um modo geral por manchas vermelhas com
escamas secas esbranquiçadas ou prateadas. Cada tipo e gravidade de psoríase, em
geral, responde melhor a um tipo diferente de tratamento (ou a uma combinação de
terapias). O que funciona bem para uma pessoa não necessariamente funcionará para
outra. Por isso é fundamental que o assunto seja sempre levado ao médico
dermatologista.

As cicatrizes também estarão em pauta no encontro. Quanto maior o dano que ocorreu
na pele e o tempo de recuperação, maiores são as chances de ocorrer uma cicatriz
nítida. A fotoproteção é um conjunto de medidas usadas para diminuir a exposição solar
e prevenir o dano do sol, como câncer e envelhecimento e, também, estará no
programa.

As novidades em terapêutica clínica serão apresentadas a partir das 14h do dia 21 de
outubro, pelas médicas Taciana Dal´Forno Dini, que discorre sobre rosácea; André
Carvalho, falando sobre psoríase; Ana Paula Manzoni, com o tema de cicatrizes e Tânia
Cestari, abordando a fotoproteção.

Fonte: PlayPress ...

Ação de prevenção ao câncer gástrico marca o domingo na capital gaúcha


Quem passou pelo Parque da Redenção, em Porto Alegre, neste domingo (24/09) teve a
oportunidade de receber orientações a respeito do câncer de estômago. A iniciativa foi
uma promoção da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) alusiva ao 1° Dia
Nacional de Conscientização de Câncer Gástrico. A ação contou também com a
participação do Departamento Universitário (DU) da entidade.

- Infelizmente, as taxas de mortalidade desta patologia são altas, com uma
probabilidade de 90% de óbito quando diagnosticada tardiamente. Por isto, o nosso
objetivo é auxiliar a população para que saiba identificar os sintomas, pois o diagnóstico
precoce aumenta as chances de cura. Também é importante conscientizá-los sobre os
fatores de risco, principalmente com relação aos hábitos que podem ser evitados -
destacou o gastroenterologista e diretor da Associação Médica do Rio Grande do Sul
(AMRIGS), Antonio Carlos Weston.

Durante a ação, além do material informativo, a população pôde conversar com os
especialistas, esclarecer suas dúvidas e receber instruções. O acompanhamento médico,
por exemplo, deve ocorrer logo após o surgimento dos primeiros sintomas, como dor
abdominal intensa e frequente. O histórico familiar também deve ser levado em
consideração. Além disso, alguns costumes podem influenciar no surgimento da doença,
como fumar, consumir excessivamente bebida alcoólica e alimentos muito salgados ou
conservados em sal.

O gastroenterologista destacou ainda que a maior incidência do câncer de estômago
ocorre após os 50 anos, porém, pode se manifestar em pessoas mais novas.

Nesta semana, a AMRIGS também participou de uma sessão na Câmara de Vereadores
de Porto Alegre, na Tribuna Popular, onde reforçou a importância da campanha e da
instituição do Dia de Conscientização sobre o Câncer Gástrico, no dia 28 de setembro. ...

AMRIGS promove campanha sobre conscientização do câncer gástrico


Para marcar o primeiro Dia Nacional de Conscientização de Câncer Gástrico, a
Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS) realizará, no domingo (24/09), das
9h às 13h, uma campanha com orientações e distribuição de materiais informativos para
a população. A ação, que também conta com a participação do Departamento
Universitário (DU) da entidade, ocorre no Parque da Redenção, junto ao Monumento do
Expedicionário.

- O câncer de estômago é um dos tipos mais comuns do aparelho digestivo. Geralmente
ocorre após os 50 anos, porém, pode manifestar-se em pessoas mais jovens. Por isso o
ideal é procurar orientação médica nos primeiros sintomas ou, caso a pessoa possua
fatores de risco, para realizar exames e iniciar o processo de prevenção – explica o
gastroenterologista e diretor da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS),
Antonio Carlos Weston.

Além do histórico familiar, os fatores de risco compreendem o consumo de bebida
alcoólica, tabagismo e o hábito de consumir alimentos muito salgados ou conservados
em sal, como charque e embutidos. Ainda de acordo com o gastroenterologista, os
sintomas mais comuns são dor abdominal intensa e frequente, principalmente após a
refeição, perda de peso e, eventualmente, anemia.

De acordo com o relatório divulgado pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), a
estimativa é que no Brasil, entre 2016 e 2017, sejam registrados 600 mil novos casos
da patologia. Nos homens a doença é a quarta mais comum, com 7,8%, enquanto nas
mulheres o câncer de estômago é o quinto mais frequente, com 3,7%.

A AMRIGS irá propor ainda, em sessão na Tribuna Popular da Câmara Municipal de Porto
Alegre, na quinta-feira, dia 21, que o dia 28 de setembro seja estabelecido como o Dia
de Conscientização sobre o Câncer Gástrico, na capital. O pedido foi protocolado
juntamente ao gabinete do Vereador Dr. Thiago Duarte.

Fonte: PlayPress ...

Simpósio vai debater transplante de órgãos e tecidos


O mês de setembro é dedicado a conscientização da importância da doação de órgãos e
tecidos. Como parte das ações institucionais promovidas pela AMRIGS, a entidade apoia
a realização do Simpósio Gaúcho de Transplantes de Órgãos e Tecidos. O evento
acontece na sexta-feira (22/09), a partir das 14h na AMRIGS (Av. Ipiranga - 5311, Porto
Alegre).

A atividade é organizada pelas Ligas de Transplante de Órgãos de Porto Alegre. As
palestras serão coordenadas por palestrantes dos grandes hospitais de Porto Alegre:
Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, Hospital de Clínicas, Hospital
São Lucas e Hospital Universitário da Ulbra.

Programação:

13h30min Credenciamento

14h00min O panorama da doação e transplante de órgãos no RS

14h20min Identificação e manutenção do potencial doador

15h10min Entrevista familiar para doação de órgãos

16h00min Transplante de rim adulto e pediátrico

16h45min Transplante de fígado adulto e pediátrico

17h30min Coffee Break

18h00min Transplante de coração e pulmão

18h45min Transplante de medula óssea adulto e pediátrico

19h30min Avanços em transplantes

20h30min Encerramento

Fonte: PlayPress ...

Mudança climática é grande causadora da tosse?


As mudanças climáticas desempenham um papel fundamental na fisiopatologia da tosse.
Isso é o que afirma o médico otorrinolaringologista, Dr. Alessandro Goldner. Com as
baixas temperaturas e o clima geralmente mais seco, a poluição atmosférica aumenta e
agrava o risco de o sintoma aparecer – geralmente ele é multifatorial. Saber o motivo da
tosse é o primeiro passo para tratá-la. Mesmo assim, outras razões podem agravar os
casos. Conheça!

Ambientes fechados – De acordo com o Dr. Goldner, no frio, as pessoas tendem a ficar
mais aglomeradas e em ambientes fechados, o que facilita a disseminação dos quadros
virais como resfriados e gripes, que são causas frequentes de tosse.
Componentes alergênicos – Sabe aquele edredom que você não lava há meses? Aquele
travesseiro que já passou por gerações ou aquela blusa grossa que só vê a luz do dia
quando está 10ºC? Isso é totalmente errado. O ideal é manter a higienização sempre
nesses componentes utilizados apenas nas épocas mais frias, onde se acumulam ácaros
e bactérias por meses.
Existe realmente a piora noturna? – Não é sempre que existe a piora noturna, depende
muito do caso. "Um paciente com alergia respiratória, por exemplo, tem, em seu quarto,
diversos alergênicos e, durante seu sono, pode ficar mais exposto. Outros pacientes
acumulam muita secreção nas vias aéreas superiores e, quando se deitam para dormir,
desenvolvem gotejamento posterior como causa da tosse. Pessoas com algumas
cardiopatias têm tosse geralmente quando se deitam. Outras têm irritação das vias
aéreas com baixas temperaturas que ocorrem geralmente à noite", conclui o médico
otorrinolaringologista.
É preciso ficar atento, pois existem diversas complicações que podem ser
desencadeadas por conta da tosse. As mais frequentes são as alterações nas cordas
vocais que podem gerar disfonia (rouquidão) ou até afonia (perda da voz). Ainda há
possibilidade de alterações mais graves no caso de não buscar um tratamento
adequado. Alguns exemplos são alterações no diafragma e musculatura torácica, fratura
de costela, perfuração da traqueia, brônquios e pulmões com risco de vida,
pneumomediastino e pneumotórax.

Segundo o Dr. Alessandro Goldner, o fundamental é a elucidação diagnóstica. "A tosse
nada mais é que um ato reflexo natural do aparelho respiratório em consequência de
alguns transtornos que podem modificar a fisiologia da mucosa, como agressões
inflamatórias e/ou infecciosas, alérgica, exposição química, uso de alguns medicamentos
etc", afirma. Por isso, o ideal é tratar a causa da tosse.

Manter-se hidratado, limpar as vias aéreas com soluções salinas, usar umidificadores de
ar, manter limpos os ambientes, escritório, entre outros são as primeiras soluções a
serem tomadas. Se a tosse ainda persistir, o ideal é procurar por um médico que possa
optar pelo tratamento com medicamentos homeopáticos. "Eles fazem parte do arsenal
terapêutico por atuar na irritação da mucosa e diminuir a viscosidade das secreções
facilitando a expectoração. São isentos de efeitos colaterais e podem ser usados em
qualquer idade. Ainda, dependendo do fator causal da tosse, podem ser usados como
monodrogas e/ou associados a outros medicamentos. Para pacientes com comorbidades
graves ou alergias medicamentosas podem ser uma grande opção, haja vista as
limitações terapêuticas", diz o médico otorrinolaringologista.

Sobre a Boiron
Líder mundial na fabricação e venda de medicamentos homeopáticos, a Boiron está
presente em mais de 58 países com 20 filiais. A empresa conta com um portfólio de
mais de 250 medicamentos e três mil medicamentos unitários registrados, produtos
líderes em vendas em vários países, na França, nos Estados Unidos, e alguns dos
medicamentos mais procurados no mundo.

No Brasil, a empresa comercializa cinco especialidades e oito unitários que podem ser
encontrados em todas as redes de farmácias e drogarias. O Oscillococcinum, indicado
para auxiliar a prevenção e o tratamento dos estados gripais cresceu, em 2016, 60% em
relação ao ano anterior. Enquanto o Stodal, para o tratamento da tosse, e o Sédatif PC,
que auxilia no tratamento da ansiedade e distúrbios do sono, tiveram um crescimento
nas vendas de 26% e 6% respectivamente. Outra especialidade do laboratório, o
Oscillococcinum ® 30 doses, foi lançado no país em 2013, como uma embalagem mais
duradoura, quando comparada à de seis doses lançada em 2009. Esta nova embalagem
de 30 doses também revelou um crescimento - apenas em São Paulo foi de 130%. O
Coryzalia, para o tratamento de rinite alérgica; o Homéoptic, para irritações
oftalmológicas; e outros oito medicamentos unitários, para diversas patologias, de dores
e alergias a problemas no sistema digestivo, foram lançados no segundo semestre de
2015 e cresceram 15% em 2016. No total, o laboratório registrou mais de 600 mil
unidades vendidas.

www.boiron.com
www.facebook.com/boironbrasil ...

Abordagem do suicídio pela mídia será tema de seminário em Porto Alegre


Um seminário destinado a jornalistas, assessores de imprensa, publicitários, relações
públicas e estudantes de comunicação pretende orientar e sensibilizar profissionais e
acadêmicos em formação sobre o correto tratamento da complexa questão do suicídio e
sua divulgação.

Promovido pelo Comitê Estadual de Promoção da Vida e de Prevenção ao Suicídio, a
Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul (APRS) e o Centro de Valorização da Vida
(CVV), com apoio da Secretaria da Saúde e da Associação Médica do Rio Grande do Sul
(Amrigs), 'Calar ou noticiar? Como abordar o suicídio na mídia e redes digitais' será no
dia 28 de setembro, às 14h30, no auditório da Amrigs, e faz parte da programação do
Setembro Amarelo no estado.

A médica sanitarista e voluntária do CVV, Alethea Sperb, explica que a ideia é sair do
formato tradicional de um curso, mesclando participações presenciais e gravadas, com
jornalistas envolvidos com a temática. Também haverá uma oficina prática de redação
sobre o assunto em pauta, onde profissionais da saúde e membros do CVV presentes à
atividade se dividirão como fontes de informação durante o exercício.

RS tem maior taxa de suicídio no Brasil

Dados do Comitê Estadual de Prevenção ao Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio
Grande do Sul, o mal leva uma pessoa à morte, no Brasil, a cada 45 minutos. Em média,
são registrados seis suicídios a cada 100 mil habitantes.

O Rio Grande do Sul aparece com a maior taxa, atingindo 10,4 mortes a cada 100 mil
habitantes. Há cidades gaúchas que superam o coeficiente de 50 óbitos a cada 100 mil
habitantes, acima da maior taxa mundial, da Guiana, de 44,2 a cada 100 mil habitantes.
A cada dia, três pessoas morrem da doença no Rio Grande do Sul. O Interior do estado
concentra a maior taxa de suicídio.

"O estigma de que não se pode falar sobre morte auto-infligida é o que mais atrapalha a
tomada de medidas que impeçam a tragédia. Discutir o tema, quebrando com o tabu
que ronda o assunto, é o caminho para combater esse problema de saúde pública. Os
comunicadores têm papel fundamental na quebra desse paradigma", afirma a
coordenadora do Comitê Estadual, Andréia Volkmer.
O seminário

O seminário 'Calar ou noticiar? Como abordar o suicídio na mídia e redes digitais' será
na quinta-feira, 28 de setembro, das 14h30 às 17h45, no auditório da Amrigs, na
Avenida Ipiranga, nº 5311.

As inscrições podem ser feitas pelo endereço:
https://goo.gl/forms/QW1OAFjTWGKN1w2y2.

Mais informações, pelos emails comitesuicidio@saude.rs.gov.br, aprs@aprs.org.br,
comunica.anahi@gmail.com ou pelos telefones (51) 3901-1070, (51) 3024-4846 e (51)
99849-6380.

As participações presenciais são:

Marilise Fraga de Souza – especialista em saúde mental da Secretaria da Saúde e
membro do Comitê Intersetorial de Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio, do
Centro Estadual de Vigilância em Saúde.

Rafael Moreno Ferro Araújo – coordenador do Comitê de Prevenção do Suicídio da
Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, graduado em Medicina e pós-graduado
em Psiquiatria pela Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre,
especialista em Psiquiatria, pela Associação Brasileira de Psiquiatria e mestre e
doutorando em Medicina/Neurociências pela PUC-RS. Formado em Terapias Cognitivo-
Comportamentais na Infância e Adolescência no Instituto da Família de Porto Alegre.
Tem pesquisa acadêmica nas regiões do Vale do Taquari, Vale do Rio Pardo e Vale do
Jacuí, que concentram as maiores taxas de suicídio do Rio Grande do Sul, com cidades
que superam 50 óbitos a cada 100 mil habitantes.

Berenice Rheinheimer – médica psiquiatra e membro do Comitê de Prevenção do
Suicídio da Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. Psiquiatra da Infância e
Adolescência e mestre em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Preceptora do Programa de Residência Médica do HMIPV- UFCSPA. Seu mestrado foi
sobre o aumento dos índices de suicídio entre crianças e adolescentes - Violência auto-
infligida na adolescência: por que os jovens se matam e qual o papel da mídia nesse
contexto?

Claudia Weyne Cruz – professora da Escola de Saúde Pública, tem como tese de
doutorado a pesquisa 'As múltiplas mortes de si: suicídio de idosos no sul do Brasil'. É
pesquisadora colaboradora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pesquisadora
colaboradora da Fundação Oswaldo Cruz e psicóloga.

Paula Sperb – jornalista, atuou como repórter colaboradora da Folha de S.Paulo e,
atualmente, é correspondente da Veja no Rio Grande do Sul. Escreveu para a BBC a
reportagem 'Agrotóxicos, depressão e dívidas criam 'bomba-relógio' de suicídios no RS',
que atingiu altos índices de audiência e compartilhamentos.
As participações gravadas em vídeo são:

Letícia Duarte – jornalista que atuou por 13 anos no Jornal Zero Hora, em pautas de
comportamento, incluindo reportagem especial sobre depressão e suicídio. Integra o
Programa Jornalistas de Visão, do Instituto Ling. Falará sobre o tema 'A abordagem do
suicídio na imprensa internacional: o que muda falar sobre isso'.

André Trigueiro – jornalista com pós-graduação em Gestão Ambiental pela
COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde leciona a disciplina 'Geopolítica
Ambiental'; editor-chefe do Cidades e Soluções, da Globo News; professor de Jornalismo
Ambiental da PUC-Rio; escritor; palestrante e comentarista da CBN. É autor do livro
'Viver é a melhor opção – A prevenção do suicídio no Brasil e no mundo'. Vai falar sobre
'Informação que transforma: como a imprensa pode se articular com outros setores na
prevenção ao suicídio'.
...

5 segredos para melhorar a qualidade de vida


Atualmente, a preocupação com a saúde vem crescendo cada vez mais. A alimentação
inadequada gera falta de qualidade de vida, doenças graves como câncer e obesidade,
por isso, as pessoas vêm procurando formas de mudar a alimentação, emagrecer e
melhorar sua qualidade de vida

Nesse sentido, há dois anos no mercado, o método 5S propõe não apenas uma dieta,
mas toda uma reprogramação. O método 5S tem esse nome por envolver 5 segredos:
orientação alimentar, suplementação de vitaminas e minerais, reprogramação celular,
tratamento estético e terapia motivacional em grupo.

O método, que surgiu a partir de pesquisas realizadas desde os anos 70, é aplicado com
o apoio de toda uma rede multidisciplinar que inclui fisioterapeuta, nutricionista e
psicólogo, que fazem o acompanhamento diário do paciente. Também integram o
programa médicos cardiologistas, endócrinos e farmacêuticos.

A Fisioterapeuta Dermatofuncional Dra. Andressa Moraes, proprietária do Espaço
Andressa Moraes, destaca que o diferencial do método 5S está em trabalhar com a
reprogramação celular. “Essa reprogramação acontece devido à desinflação de todas as
células do corpo inclusive do hipotálamo. O hipotálamo é responsável por várias ações
no organismo como o sono, saciedade, emoções, atividade sexual e metabolismo. Então,
quando estamos inflamados geramos uma série de distúrbios no organismo. Ao
desinflamar as células, as conexões voltam a agir normalmente, melhorando tudo o que
estava prejudicado. O excesso de açúcares e gorduras saturadas hoje é o grande
responsável pela inflamação das células.

O método é indicado para pessoas com obesidade e sobrepeso, pessoas que querem
entrar em forma e pós bariátricos que desejam um estilo de vida saudável. É indicado
para todos, ressalta Dra. Andressa Moraes. “Mesmo quem aparentemente é magro,
muitas vezes ainda assim tem um percentual de gordura alto. Também é muito útil para
quem deseja conquistar mais qualidade de vida”, destaca

Como funciona?

A duração do programa é de no mínimo 3 meses, independentemente da quantidade de
peso a ser perdida. Os três meses são para perda de peso, manutenção e reeducação. A
quantidade de peso eliminado irá depender do tempo de realização do programa e do
metabolismo de cada um, no entanto, resultados já podem ser observados logo na
primeira semana e por meio do acompanhamento diário.

No 5S existe uma equipe que tem a função de motivar, conhecer e não deixar os
pacientes desistirem do método. “O programa faz com que o paciente conheça seu
próprio corpo, um estilo de vida saudável tendo uma sensação de plenitude e qualidade
de vida. A terapia motivacional em grupo faz com que os pacientes possam ajudar uns
aos outros, compartilhando suas dificuldades e conquistas.

Dra. Andressa Moraes aponta ainda que o 5S faz uma orientação nutricional
diariamente, com alimentos de verdade adicionando mais verduras e proteínas. A
suplementação de vitaminas e minerais são necessárias. “Esses novos hábitos são
incorporados pelos pacientes do método 5S, que desenvolvem um estilo de vida
saudável”, afirma.

Dra. Andressa Moraes: Pós-graduada em Fisioterapeuta Dermatofuncional Especialização
em acupuntura, com formação Internacional em Drenagem Linfática pela Escola Leduc e
também pela Escola Godoy & Godoy, além de formação Internacional em Diplomatura
em Fisioterapia Dermatofuncional, realizada no Chile. É graduada em Fisioterapia pela
Faculdade Integrada de Santa Fé do Sul - Funec Fisa (2004). Atuou como Coordenadora
do Setor de Fisioterapia da Prefeitura Municipal de Pederneiras, de 2005 a 2012.
Atualmente, é Proprietária da clínica Espaço Andressa Moraes, desde 2005, e Diretora na
empresa Moraes & Tartari - Distribuidora e Cursos, desde 2016. Também é Especialista
em Acupuntura.

Fonte: Carvalho Assessoria ...

Implante capilar pode ajudar na recuperação da autoestima


Atualmente, quase a metade dos homens acima de 40 anos apresentam algum grau de
calvície e muitos deles podem se beneficiar com a cirurgia de transplante capilar, mais
conhecida como implante capilar. No entanto, muitas pessoas desconhecem a técnica ou
tem a crença errônea de que o resultado fica artificial. Nesse sentido, é importante saber
que, nos últimos 20 anos, a técnica avançou muito e tem sido eficiente ao proporcionar
resultados naturais.

Como é feita a cirurgia?

O implante capilar é uma cirurgia que retira o tecido de uma região capilar e transplanta
para outra. Não se trata de um tecido sintético, é o próprio cabelo do paciente, que é
retirado de uma área abundante e transplantado para outra área que está calva.
Normalmente, os folículos são retirados da região da nuca e lateral da cabeça. Porém,
com avanços em relação a esse tipo de cirurgia, hoje também já é possível aproveitar
folículos da região da barba ou peitoral. Esse avanço possibilita uma alternativa de
tratamento para pacientes com casos mais severos de calvície, geralmente os que
possuem o diagnóstico de alopecia androgenética, que é causada por uma
hipersensibilidade de receptores hormonais no couro cabeludo. Essa condição pode ser
hereditária ou ainda estar relacionada a vários fatores, como disfunções hormonais,
estresse, complicações na tireoide e falta de vitaminas.
Apesar de ser uma cirurgia de longa duração, em função da forma lenta e manual que é
feita, não é necessária internação do paciente que irá realizar o implante capilar.

Graus de calvície

A calvície normalmente surge na puberdade e tem o seu pico por volta dos 30 ou 40
anos, quando é comum ocorrer uma estabilização. Porém, o volume total do cabelo
continua caindo ao longo da vida.
A calvície também é classificada em graus que variam de 1 a 7, sendo o nível 1 o mais
leve e o 7 o mais severo. No entanto, o cirurgião plástico Dr. João Gabriele, responsável
pela Clínica Gabriele, em Bauru, afirma que a cirurgia é eficaz para todos os graus.
“Mesmo em casos de pacientes com a calvície bastante avançada, é possível reverter
bem esse quadro para que ele não seja tão calvo”, destaca.

Diferentes técnicas

Existem duas técnicas de implante capilar. Basicamente, elas se diferenciam em relação
ao modo como os fios de cabelos são removidos. Uma delas é chamada de FUT
(Follicular Unit Transplantation) e corresponde a retirada de uma faixa do couro
cabeludo, que é, posteriormente, suturada na região calva. Essa técnica permite a coleta
de um número maior de folículos capilares, no entanto, deixa uma ligeira cicatriz, que
fica escondida, geralmente, na nuca. A outra forma é chamada de FUE (Follicular Unit
Extraction), pela qual os folículos são coletados por meio de um instrumento cirúrgico
semelhante a uma caneta com broca na ponta. Essa técnica faz pequenos furos no couro
cabeludo do paciente e os folículos são removidos um a um. Sua vantagem é que não
deixa cicatriz na nuca, no entanto, o número de folículos coletados é sempre bem menor
do que quando é realizada a técnica FUT.

Autoestima

Passando o cabelo de uma área para outra é possível reduzir a calvície em diversos
locais do couro cabeludo, por exemplo nas famosas entradas. Essa calvície na região das
entradas do cabelo dá um aspecto de envelhecimento, tornando o transplante capilar
também uma forma de rejuvenescimento.
O Dr. João Gabriele aponta ainda que o implante capilar é um ótimo recurso para
melhorar a autoestima masculina. “Existem homens que não se incomodam com a
calvície, mas, para aqueles que se sentem desconfortáveis e inseguros com a situação, o
implante capilar é, sem dúvida, uma cirurgia que irá proporcionar uma melhora na
autoestima deles”, destaca.

Recomendações

Alguns cuidados são indicados após a realização do implante capilar: seguir as
orientações médicas e usar todas as medicações orientadas pelo cirurgião. Existem
algumas contraindicações que são apenas lendas como não usar boné e lavar pouco os
cabelos.



Fonte: Carvalho Assessoria ...

Especialistas internacionais em obesidade e comportamento alimentar vêm ao Brasil para Congresso Brasileiro de Nutrologia


No mês de setembro, especialistas internacionais em obesidade e comportamento
alimentar virão ao Brasil para o XXI Congresso Brasileiro de Nutrologia, que será
realizado em São Paulo, nos dias 28, 29 e 30. Médicos dos Estados Unidos, Japão,
Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai virão para palestrar no evento, que terá mais de 60
simpósios sobre temas como obesidade, síndrome metabólica, obesidade infanto-juvenil,
nutrição pediátrica, nutrição enteral e parenteral, distúrbios alimentares, nutrologia
esportiva, dietas da moda, micronutrientes, estresse oxidativo, doenças
gastrointestinais, microbioma, nutrogeriatria, entre outros.

Entre os nomes estão o anestesiologista norte-americano Paul Wischmeyer, que possui
um dos estudos mais recentes sobre o microbioma, publicado em 2016, no portal da
Wolters Kluwer, empresa holandesa que é referência em atualização da saúde. Além
dele, também estarão presentes membros e diretores de diversas associações, como
Dra. Mary Ann Johnson, presidente da American Society For Nutrition; e os médicos Dr.
Eugênio Cersosimo, endocrinologista em Santo Antonio, Texas; Dra. Rita Raman,
especialista em clínica geral, nutrição e dietas e pediatria pela University of Oklahoma
Health Sciences Center; e a Dra. Saeko Takahashi, do departamento de Cardiologia no
Hospital Geral Shonan Kamakura, em Kamakura, Japão.

Médicos da América Latina também confirmaram presença: Dr. Lisandro Garcia,
presidente da Sociedad Argentina de Nutrición; Dra. Mabel Carreira, da Universidad de
Buenos Aires (UBA); Dr. Cezar Casavola, professor de nutrição no Hospital Aleman
(UBA); Dr. José Luis Santos Martin, professor associado do departamento de Nutrição,
Diabetes e Metabolismo da Pontificia Universidad Católica de Chile; Dr. Marcelo Yaffé,
presidente da Sociedad Uruguaya de Nutrición; Dr. Rafael Figueredo Grijalba, Chefe do
departamento de Nutrição do Hospital das Clínicas da Faculdade de Ciências médicas da
Universidad Nacional de Asunción, Paraguai; Dra Any Ferreira, Presidente da Sociedad
Paraguaya de Nutricion; e Dra. Maria Cristina Jimenez, ‎do Hospital das Clínicas de
Asunción en Universidad Nacional de Asunción, estarão presentes no evento.

O evento é organizado pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e promoverá
discussões sobre os principais assuntos relacionados à saúde nutrológica, com a
apresentação de análises, pesquisas, estudos e casos clínicos. Será realizado no Centro
de Convenções Frei Caneca, na capital paulista.

Agenda:
XXI Congresso Brasileiro de Nutrologia
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: R. Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo – SP

Sobre a ABRAN

Fundada em 1973, a ABRAN – Associação Brasileira de Nutrologia - é uma entidade
médica científica que dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, que são decisivos
na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o
ser humano. Reúne mais de 1.100 médicos nutrólogos titulados especialistas em
nutrologia pelo Brasil e mais de quatro mil médicos associados, que atuam no
desenvolvimento e na atualização científica em prol do bem estar nutricional, físico,
social e mental da população. Visite www.abran.org.br, curta a ABRAN no Facebook
facebook.com/nutrologos e no Instagram @nutrologia. ...

Hospital Santa Cruz oferece terapias inovadoras para tratamentos oncológicos


Há 78 anos oferecendo um atendimento médico-hospitalar de excelência no Brasil, com
a missão de proporcionar uma vida melhor e mais saudável à população, o Hospital
Santa Cruz tem se destacado no mercado com sua Unidade de Tratamento Oncológico,
que além da quimioterapia tradicional, está oferecendo novidades, como a Terapia-Alvo
Molecular e Imunoterapia, que complementam o combate ao câncer oferecendo ao
paciente maior eficácia e menos efeitos colaterais.

De acordo com doutor Pedro Aguiar, médico oncologista do HSC, nas células humanas
normais existem diversas proteínas e moléculas com a função de manter a proliferação
celular. Porém, nas células cancerígenas essas moléculas desempenham estas funções
de forma caótica. "Atacar estas moléculas é o objetivo da chamada Terapia-alvo
Molecular, que consideramos revolucionária justamente porque combate moléculas
específicas, direcionando a ação de medicamentos às células tumorais, sem atividade
sobre às saudáveis", explica.

A utilização da Terapia-alvo molecular pode ser feita em forma isolada ou em associação
com a quimioterapia convencional. Existem medicamentos orais ou injetáveis. A escolha
do tratamento dependerá do subtipo de câncer a ser tratado e do quadro clínico do
paciente. Diversas neoplasias como pulmão, intestino, estômago, tireoide, melanoma,
colo do útero, ovário, rim, fígado, pâncreas, faringe e laringe podem ser tratados com
esta terapia.

Já a Imunoterapia foi eleita pela Sociedade Americana de Oncologia Clínica a descoberta
do ano durante os últimos dois anos consecutivos. O princípio desse tratamento é o uso
de anticorpos que estimulam o sistema imunológico do paciente a atacar o tumor. As
vantagens desse novo tratamento são a baixíssima margem de efeitos colaterais
somados a uma eficácia por tempo prolongado. "Temos obtido resultados muito
animadores e que renovam as esperanças de cura para pacientes com doença
metastática. No Brasil, esse tratamento já está disponível para melanoma, câncer de
pulmão e rins. ", complementa Dr. Aguiar.

Novas aplicações da Imunoterapia vêm sendo desenvolvidas para câncer de bexiga,
neoplasias de cabeça e pescoço, linfoma de Hodgkin e também para o câncer de mama
do subtipo triplo negativo.


O Hospital Santa Cruz conta com uma equipe multidisciplinar chefiada pelo Dr Hakaru
Tadokoro, M.D.PhD, e formada pela Dra Cintia Nunes, Dra Walkiria Tamerlini e pelo Dr
Pedro Nazareth Aguiar Jr. Além disso, a instituição conta com o apoio de farmacêuticos e
enfermeiros especializados, que atuam em todas as esferas, seja na prevenção,
diagnóstico e tratamento proporcionando ao paciente, em um só lugar, toda a
infraestrutura necessária.


Sobre o Hospital Santa Cruz

Fundado para auxiliar os imigrantes japoneses com o compromisso em oferecer um
atendimento médico hospitalar de excelência no Brasil, em 2017, completou 78 anos
dedicados em proporcionar uma vida melhor e mais saudável à população. Atualmente é
referência em Oftalmologia, Ortopedia, Neurologia e Cardiologia, sendo reconhecido
também pela tecnologia de ponta em tratamentos, ações de responsabilidade social e
sustentabilidade, atividades de ensino e pesquisa, e atendimento humanizado com
profissionais bilíngues.

São mais de 1 milhão de atendimentos ao ano, com atuação integrada e multidisciplinar,
tendo 36 especialidades no Ambulatório, além do Pronto Atendimento e dois Centros
Cirúrgicos - Geral e o Oftalmológico - capacitados para executar operações de alta
complexidade. Dispõe de 141 leitos distribuídos em apartamentos, enfermarias e conta
ainda com 10 leitos de UTI Geral, 10 de UTI Neurológica e 10 na Unidade Coronariana,
mais uma unidade específica para o transplante de medula óssea, modernas instalações
na área de hemodinâmica e serviços diagnósticos de análises clínicas e de imagem para
realizar exames com precisão, segurança e agilidade. ...

Comportamento suicida é tema de palestra em Santa Cruz do Sul


A Caravana AMRIGS levou a Santa Cruz do Sul, na noite de quarta-feira (30/08), o
debate sobre suicídio, tema que se tornou questão de saúde pública. Na ocasião, os
presentes também assistiram uma palestra sobre a tributação atual no exercício da
atividade médica.

O especialista em clínica médica e regulador em saúde mental da Central de Regulação
Estadual (CRH/RS), Hernani Robin Junior, destacou a importância da capacitação dos
profissionais da saúde para avaliarem adequadamente o risco de uma pessoa tirar a
própria vida.

- O comportamento suicida está, na maioria das vezes, associado ao histórico de
transtorno mental que deve ser avaliado e tratado o mais rápido possível. Estão entre os
fatores de risco uma história familiar de suicídio ou de tentativas, vulnerabilidade
familiar e social, fatores de estresse como separações, crises financeiras, perda de
emprego ou doenças crônicas – explicou Junior.

Ainda de acordo com o especialista, a rede de atenção psicossocial, desde as unidades
básicas de saúde e de pronto atendimento até os componentes hospitalares, deve atuar
de forma ativa na prevenção do comportamento suicida.

Fez parte desta edição da Caravana AMRIGS, ainda, a palestra com o contabilista e vice-
presidente técnico do Conselho Regional de Contabilidade do RS, Márcio Schuch Silveira,
sobre a tributação da atividade médica.

- No próximo ano haverá alterações significativas para as empesas de atividades
médicas optantes do Simples Nacional. Dependendo da sociedade, elas poderão se
inscrever em uma alíquota de 6%, índice bem abaixo do que é exercido atualmente. Mas
para isto são exigidos alguns requisitos, como a participação da folha de pagamento
sobre a receita com percentual igual ou superior a 28% - esclareceu Silveira, reforçando
que a opção deve ser feita até o final de janeiro de 2018.

Coordenada pelo médico Bernardo Aguiar, a Caravana AMRIGS tem como objetivo levar
a diversas regiões do estado debates relevantes para a comunidade médica e a
população em geral, promovendo melhorias nas condições sociais e culturais.

O projeto abrange a campanha institucional da AMRIGS, “Saúde Preventiva: Pratique
essa ideia!”, que desenvolve ações para reforçar a importância dos cuidados com a
saúde mental em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Interessados em
agendar uma edição em seu município podem entrar em contato pelo telefone (51)
3014-2007, com Maria da Graça Schneider. ...

Oito em cada dez pacientes que procuram as emergências deveriam ter atendimento em outro ambiente


A superlotação de emergências pediátricas nos hospitais agrava-se ainda mais nessa
época do ano, por causa da chegada do frio e das doenças respiratórias. Para alertar
sobre esse assunto, a Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS) deu início a
um trabalho que pretende conscientizar sobre os problemas estruturais que existem no
sistema de saúde, seja público ou privado, já que a grande maioria dos atendimentos
feitos nesses ambientes deveriam ter outro encaminhamento.

- Além da carência de serviços de emergência, identificamos a falta de informação da
população para utilizar corretamente o serviço. É preciso começar uma campanha neste
sentido, pois a busca nesses ambientes por atendimentos básicos acaba
sobrecarregando ainda mais o serviço – afirma o médico e diretor de Patrimônio da
Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul, Sérgio Luis Amantea.

Apenas no Hospital da Criança Santo Antônio são atendidos, aproximadamente, cinco a
seis mil pacientes por mês. Como todos os serviços fazem a avaliação da gravidade
destes pacientes, 20% seriam casos de emergência. Os demais 80% não precisariam
ocupar essas vagas.

- Existem aspectos importantes relacionados a saúde. Um ambiente de emergência
superlotado não é o lugar adequado para qualquer paciente com uma enfermidade
simples. Muitos que não são casos de emergência passam a correr risco de
contaminação. A doença respiratória, nesses casos, é a principal recorrência e são
comuns casos de contaminação posterior. Por isso, é corriqueiro o paciente chegar com
uma queixa não tão grave e depois algo mais importante vir a se manifestar – completa
Amantea.

O tema foi abordado em reunião com a presença de integrantes da Secretaria Estatual
da Saúde e SPRS. O objetivo é também abordar o assunto no âmbito da secretaria
municipal de saúde. A partir de agora, o objetivo é compor uma comissão de trabalho,
com um representante de cada hospital de Porto Alegre (Hospital de Clínicas, Hospital
São Lucas da PUCRS, Hospital Conceição, Hospital da Criança Santo Antônio e Hospital
Moinhos de Vento). O projeto conta com o apoio da Associação Médica do Rio Grande do
Sul (AMRIGS), representada pelo presidente da entidade Alfredo Floro Cantalice Neto. ...

Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza mais um medicamento para o tratamento da esclerose múltipla


A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) do Ministério da Saúde
recomendou a incorporação do fumarato de dimetila ao Protocolo Clínico de Diretrizes
Terapêuticas para o tratamento da esclerose múltipla (EM) no SUS. O medicamento será
disponibilizado para uso após falha com betainterferona ou glatirâmer.

Com a nova inclusão, os pacientes terão a oportunidade de contar com mais um
medicamento oral para o controle da doença, que também contribui de forma
significativa para a aderência ao tratamento. O fumarato de dimetila é indicado para
esclerose múltipla recorrente-remitente (EMRR)i, que é a manifestação mais comum da
doença. A terapia foi aprovada para uso no Brasil em 2015, e é considerada o
medicamento oral para tratamento da esclerose múltipla mais prescrito no mundoii, com
240 mil pacientes tratadosiii.

Entre abril e maio de 2017, a Conitec realizou consulta pública (CP nº 21) sobre a
incorporação do fumarato de dimetila pelo SUS. A consulta resultou em mais de 1.500
manifestações, majoritariamente a favor da incorporação. A vasta participação da
comunidade médica e de pacientes na consulta pública reforça a importância da
disponibilização de novos tratamentos para os diferentes tipos de esclerose múltipla e a
necessidade de ampliar o arsenal de medicamentos disponível aos pacientes.

No Brasil, existem mais de 30 mil pessoas afetadas pela doença. De causa ainda
desconhecida, a esclerose múltipla é uma doença que atinge adultos jovens e
compromete o sistema nervoso central. É caracterizada pela desmielinização da bainha
de mielina, envoltório do axônio por onde passam os impulsos nervosos. A esclerose
múltipla é caraterizada por um processo de inflamação crônica de natureza autoimune
que pode causar desde problemas momentâneos de visão, falta de equilíbrio até
sintomas mais graves, como cegueira e paralisia completa dos membros. A doença é
uma das principais causas de incapacidade de jovens adultos, com idade entre 20 e 40
anos, e é mais frequente entre as mulheres.

Sobre a Biogen

Por meio da medicina e da ciência, a Biogen descobre, desenvolve e produz terapias
inovadoras no mundo inteiro para pessoas que convivem com doenças neurológicas e
neurodegenerativas graves. Fundada em 1978, a Biogen é pioneira em biotecnologia e
hoje possui o principal portfólio de medicamentos para tratar a esclerose múltipla,
introduziu o primeiro e único tratamento aprovado para atrofia muscular espinhal nos
Estados Unidos e está à frente na pesquisa neurológica para patologias que incluem a
doença de Alzheimer, a doença de Parkinson e a esclerose lateral amiotrófica. A Biogen
também fabrica e comercializa biossimilares de produtos biológicos avançados. Para
mais informações, visite br.biogen.com/. ...

Excesso de cera no ouvido está associado à oleosidade da pele


Sensação de ouvido tampado e déficit de audição podem ser sinais de produção
excessiva de cera no canal auditivo. De forma súbita ou por alguma interferência
externa, o problema causa incômodo e merece cuidados para não gerar consequências
mais graves.

O otorrinolaringologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Fernando Oto
Balieiro, afirma que ainda não se sabe exatamente a razão de algumas pessoas
produzirem mais cerume, mas existe uma associação entre essa quantidade excessiva e
a pele oleosa.

"Quem possui pele mais oleosa tende a ter uma produção de cera maior quando
comparado a outras pessoas que não dispõem desta característica. É algo muito
frequente", explica. Apesar dessa correlação, Balieiro é enfático em dizer que não é
possível assegurar que todos que possuem maior oleosidade terão esse problema.

Alguns sinais também podem alertar para o acúmulo de cera no ouvido. Os primeiros
sintomas são sempre a sensação de ouvido tampado e a surdez. De acordo com o
otorrinolaringologista, isso é comum em quem tem uma rolha de cerume que pode estar
fechando um ou dois condutos auditivos.

Outra forma de acentuar este acúmulo está ligada a um velho costume, o uso da haste
flexível. A retirada do cerume deve ser feita somente por um especialista e quando
houver queixa do paciente. A ânsia de resolver o incômodo, manipulando ou pingando
produtos no ouvido, pode ocasionar consequências mais graves.

"É possível contrair uma otite externa, que é uma infecção da pele do canal, ocasionada
por um trauma, ou seja, um machucado, decorrente de alguma substância ou
manipulação indevida", reforça o médico.

Para a correta higiene do ouvido, Balieiro recomenda somente água e sabão durante o
banho, na parte externa.



COMPLEXO HOSPITALAR EDMUNDO VASCONCELOS

Localizado ao lado do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o Complexo Hospitalar
Edmundo Vasconcelos atua em mais de 50 especialidades e conta com cerca de 1.400
médicos. Realiza aproximadamente 12 mil procedimentos cirúrgicos, 13 mil internações,
230 mil consultas ambulatoriais, 145 mil atendimentos de Pronto-Socorro e 1,45 milhão
de exames por ano. Dentre os selos e certificações obtidos pela instituição, destaca-se a
Acreditação Hospitalar Nível 3 - Excelência em Gestão, concedida pela Organização
Nacional de Acreditação (ONA) e o Prêmio Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil,
conquistado pelo sexto ano consecutivo em 2016.

Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo. ...

Estresse no ambiente acadêmico é tema de evento do Departamento Universitário da AMRIGS


O Departamento Universitário da Associação Médica do Rio Grande do Sul promove a
palestra “Estresse no Ambiente Acadêmico – Uma Realidade Silenciosa”, no Centro de
Eventos da AMRIGS (Av. Ipiranga, 5311 – Porto Alegre), a partir das 14h de sábado
(02/09). A apresentação é direcionada aos Diretórios Acadêmicos,coordenadores dos cursos
de Medicina do Rio Grande do Sul e entidades representativas dos alunos como a
Associação dos Estudantes de Medicina do Brasil, AEMED, a Direção Executiva Nacional dos
Estudantes de Medicina (DENEM) e o Núcleo Acadêmico do SIMERS (NAS). Além disso, o
Conselho Regional de Medicina (CREMERS) também estará presente.

Entre os palestrantes estão o psiquiatra, Carlos Ritter, que fala sobre “Quais são os agentes
estressantes na faculdade de Medicina”; e o psiquiatra e presidente da Associação de
Psiquiatria do Rio Grande do Sul, Flávio Shansis, que discorre sobre “O comportamento
suicida em estudantes de Medicina”. O psiquiatra, Jair Escobar, vice-presidente e diretor
científico da AMRIGS será o mediador da mesa redonda que terá como conteúdo “Relatos
de Casos – O que as faculdades têm feito?”.

O Departamento Universitário da AMRIGS foi criado há cerca de 30 anos e tem como
objetivo integrar os acadêmicos de Medicina à AMRIGS, mediante ações de caráter científico
e social, que visam preparar o estudante para o futuro profissional. ...

Inovação ortomolecular para o tratamento de estrias


As estrias são lesões ocasionadas na epiderme e na derme e que se apresentam de duas
formas: vermelhas e brancas. As avermelhadas são as mais recentes, tendo esta cor
devido ao rompimento sanguíneo. Os tratamentos iniciados nesta fase têm melhores
resultados, pois as células continuam vivas e com maior capacidade regenerativa. Já as
brancas são as mais antigas. Elas têm coloração branco-acinzentadas, pois a melanina
não é mais produzida onde as fibras se rompem. Também apresentam uma diminuição
da espessura da pele, formando uma depressão, como uma cicatriz. Os tratamentos
iniciados nesta fase conseguem apenas estreitá-la.
O aparecimento das estrias pode estar relacionado ao ganho de peso, o tão conhecido
“efeito sanfona”, crescimento rápido, gestação, genética, doenças relacionadas ao uso
de corticoides (que enfraquecem a fibra de colágeno), estrias musculares (relacionada
uso de anabolizantes e estrogênios), má alimentação e questões hormonais.
Ainda não existe um tratamento capaz de acabar totalmente com as estrias, mas, a boa
notícia é que um tratamento inovador pode trazer uma melhora de até 80% já na
primeira sessão. A novidade criada pela Fisioterapeuta Ana Carolina Almeida recebeu o
nome de StriOrt®, promovida exclusivamente pela Bothanica Mineral®. Trata-se de
uma técnica ortomolecular que promete melhorar a aparência das estrias brancas, (as
mais antigas e difíceis de se tratar) em até 80%. É um método diferente, não invasivo e
não-cirúrgico, que consiste na combinação do uso de um aparelho de vácuo e produtos
genuinamente ortomoleculares, com poderosos ativos e que aumentam a vascularização
da região afetada, o que estimula a regeneração das fibras de colágeno. O tratamento é
indicado para todo tipo de pessoa, exceto gestantes e lactantes.

Como evitar o surgimento das estrias?

Segundo a fisioterapeuta Ana Carolina Almeida, um corpo bem hidratado tem muito
menos chance do aparecimento das indesejáveis estrias, que podem acometer mulheres
e homens! A prevenção se dá pelos cuidados diários feitos em casa: hábitos como beber
bastante água, ter uma alimentação saudável, rica em vitamina C, frutas e verduras.

Sobre a Bothanica Mineral®

É uma empresa absoluta no ramo cosmecêutico e nutracêutico genuinamente
ortomolecular e referência nacional no mercado de estética corporal. ...

Palestra esclarece sobre intoxicação por agrotóxicos a profissionais da saúde de Taquara


Com o objetivo de orientar médicos e demais profissionais da saúde de Taquara e região
sobre as intoxicações por agrotóxicos e questões tributárias, a Associação Médica do Rio
Grande do Sul (AMRIGS) promoveu na noite de terça-feira (29/08), mais uma edição da
sua Caravana AMRIGS. O encontro ocorreu no Hospital Bom Jesus.

A bióloga Vanda Garibotti e a médica Virgínia Dapper, que atuam no Centro Estadual de
Vigilância em Saúde (CEVS) e na Secretaria Estadual de Saúde (SES) apresentaram a
primeira palestra.

- Ainda há pessoas que pensam que a intoxicação é uma coisa pequena e que acontece
com pouca gente, mas sabemos que o uso destes produtos aumentou muito e não é
somente a exposição direta que pode prejudicar a nossa saúde. Por isso, é importante
conversar com os profissionais para que eles estejam preparados para atender estes
casos e para identificarem a exposição que nem sempre é evidente, mas a longo prazo
pode trazer agravos para a saúde – destacou Vanda.

A segunda palestra, ministrada pela contadora Jaqueline Rycheski, trouxe explicações
sobre os tipos de sociedade que os médicos podem atuar, apresentando as diferenças e
vantagens entre Pessoa Física e Jurídica. O objetivo, conforme a palestrante, foi
apresentar informações para que os médicos possam consultar seus contadores.

A edição da Caravana AMRIGS teve como pano de fundo a campanha institucional
“Saúde Preventiva: Pratique essa ideia!”, com ações desenvolvidas em parceria com a
Secretaria Estadual da Saúde (SES), que tem o propósito de levar debates sobre
assuntos de interesse público em diversas regiões do estado. Interessados em agendar
uma edição em seu município podem entrar em contato pelo telefone (51) 3014 2007,
com Maria da Graça Schneider.

...

Diabetes gestacional: saiba mais sobre causas e consequências


Um dos problemas recorrentes durante a gravidez é o diagnóstico de diabetes.
Conhecida como diabetes gestacional, a doença é diagnosticada quando há uma
quantidade de açúcar no sangue superior ao normal.

Apesar de ser uma situação de risco para a mãe e para o bebê, existe a possibilidade de
controlar este mal para garantir uma gestação tranquila.

"Esse quadro de diabetes pode ou não se reverter após o nascimento da criança, porém,
quem desenvolve o distúrbio têm um aumento na probabilidade de diabetes no futuro"
explica o ginecologista e obstetra Élvio Floresti Junior

Segundo o especialista, o diabetes ocorre quando há uma modificação no metabolismo,
quando a placenta passa a produzir uma grande quantidade de hormônios que podem
prejudicar ou até mesmo bloquear a insulina, e, caso o pâncreas da gestante não
aumente sua produção, a quantidade de insulina produzida torna-se insuficiente para
suprir a demanda do corpo, elevando o índice de glicose e de açúcares do organismo.

As causas da doença não são exatas, mas existem condições que facilitam seu
aparecimento. Uma gestação de mulheres com idade de 35 anos ou mais, histórico de
diabetes gestacional, mulheres cujo filho anterior nasceu acima do peso ou mulheres
que ganharam peso excessivo durante a gravidez, histórico de intolerância à glicose ou
histórico de diabetes na família, hipertensão, ovários policísticos, histórico de aborto de
repetição e crescimento excessivo do feto, podem facilitar o aparecimento do diabetes
gestacional.

"Quando os níveis sanguíneos de glicose não são controlados, as consquencias são
inevitáveis tanto para a gestante como para o bebê. Para as mães aumentam a
possibilidade de desenvolver infecções urinária, candidíase e até pré-eclâmpsia. Já o
bebê, caso o diabetes não seja tratado de forma eficiente, aumenta os riscos de parto
prematuro, problemas metabólicos, má formação e até aborto espontâneo", alerta o
obstetra.

Além disso, o histórico de diabetes gestacional se torna um fator de risco para o
desenvolvimento do diabetes Tipo 2. Após o parto é necessário que a mãe realize
exames de acompanhamento.

"Por isso é importante que desde o início a futura mãe esteja em constante
acompanhamento de pré-natal, além de seguir uma alimentação balanceada e se
possível praticar atividades físicas regularmente", finaliza


Sobre o especialista

Doutor Elvio Floresti Junior é ginecologista e obstetra formado pela Escola Paulista de
Medicina desde 1984. Possui título de especialista em ginecologia e obstetrícia pela
Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia) e título de
especialista em colposcopia. Além disso, é especializado em histerectomia vaginal sem
prolapso uterino (sem necessidade de corte abdominal) e está atualizado com as últimas
técnicas cirúrgicas como sling vaginal.

Realiza pré-natal especializado e atua em gestações de alto risco. ...

Ação conjunta envolvendo três especialidades médicas vai atuar na conscientização e prevenção dos cânceres de mama, próstata e pele


Os últimos três meses do ano são caracterizados por campanhas mundiais de prevenção
e combate ao câncer de mama (Outubro Rosa), ao câncer de próstata (Novembro Azul)
e ao câncer de pele (Dezembro Laranja). Com o objetivo de alertar para a importância
do diagnóstico precoce para estas doenças, três entidades médicas gaúchas promovem
ação de conscientização intitulada “Unidos Contra o Câncer”.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS, em parceria, com a Sociedade
Brasileira de Mastologia – Regional RS e a Sociedade Brasileira de Urologia - Secção RS,
quer esclarecer os gaúchos para estes que são os cânceres mais frequentes no estado.

- O trabalho é resultado da união de três especialidades do Rio Grande do Sul que
representam médicos que atendem essas enfermidades e se engajam em campanhas de
prevenção. Estamos nos unindo antes de iniciar o trimestre final do ano. É essencial que
as pessoas conheçam os tipos de câncer que mais afetam os gaúchos e entendam que o
diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura. A nossa união
favorece o entendimento para as três doenças – explica a presidente da SBD-RS,
Clarissa Prati.

Uma das ações deve ocorrer no dia 24 de setembro no Parque Moinhos de Vento, o
Parcão, em Porto Alegre (RS). No encontro serão realizadas atividades de
conscientização para que os médicos especialistas em mastologia, urologia e
dermatologia possam conversar com as pessoas e orientá-las sobre a importância do
acompanhamento adequado.


Fonte: PlayPress ...




Edição n° 171 - Setembro 2017

Selecionar Edição
  • Edição n° 185
  • Edição n° 184
  • Edição n° 183







  • Av. Roque J. O. Giacomelli, nº 542, Pq. Eldorado - Eldorado do Sul - Fone (51) 3481 1821