Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 30 de Março de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 171 de Setembro 2017


ARTIGO

Condomínio: como evitar fragilidades nos portões de entrada para carros?


Para inibir invasões, roubos e furtos é necessário investir e planejar ações que
combatam fragilidades

Falha de segurança e portão de entrada de veículos é muito comum nos noticiários sobre
crimes praticados contra condomínios. Desatentos, muitos moradores não dão a real
atenção necessária a entrada de veículos. Atualmente, muitas ações de criminosos se
iniciam por alguma falha de segurança na portaria do estacionamento – alguns
condomínios nem mesmo possuem um porteiro de plantão, o que facilita ainda mais a
entrada de bandidos. Qualquer coisa como uma placa de veículo ou o controle da
garagem, que forem clonados, podem gerar problemas.

Essas fragilidades dos portões da garagem devem ser evitadas com medidas simples, a
começar pelo próprio controle remoto do portão que deve ser anticlonagem e com
sistema de acionamento de pânico que possa notificar o porteiro caso ocorra algum
incidente. O sistema de controle é importante porque quando o portão for acionado
ajuda a identificar se é realmente o morador ou não, mas mesmo assim é fundamental
conferir os dados do veículo e realizar uma identificação visual minuciosa para verificar
se é mesmo o condômino em questão. O que pode facilitar muito também são as regras
internas de identificação das pessoas realizada na maioria das vezes pelos próprios
condôminos.

É de extrema importância que os porteiros, ao abrir os portões de entrada, não
identifiquem somente através de placas ou reconhecimento dos carros; é necessário
também verificar de fato quem está dentro do veículo. Além disso, são as próprias
atitudes preventivas dos condôminos que podem auxiliar, e muito, o trabalho do porteiro
para liberar o portão de entrada.

Visto isso, investir em profissionais de portaria qualificados e treinados é vantajoso, pois
evita riscos à segurança e qualquer prejuízo aos condôminos. Não se deve contratar
qualquer pessoa para esta função e é aconselhável a contratação realizada através de
uma empresa terceirizada que ofereça apenas profissionais preparados e capacitados,
pois o colaborador para a função certamente precisa ser uma pessoa de confiança. Além
de estar sempre em alerta, o porteiro precisa saber ler, ter facilidade de memorização e
concentração. Estas qualificações são fundamentais ao recrutar e selecionar pessoas,
porque o ideal é escolher sempre perfis de profissionais capazes e adequados para cada
trabalho. Investimento e pessoal qualificado, então, estão fortemente relacionados a um
bom resultado quanto à segurança.

É por isso que de nada adianta ter pressa para liberar a entrada de automóveis no
condomínio se isto pode proporcionar brechas de vulnerabilidade e resultar na invasão
de 'espertalhões' no domicílio.

Artigo de:

Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização
(http://www.gsterceirizacao.com.br/).

...

Conferência sem transparência na assistência


X CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL
GARANTIA DE DIREITOS NO FORTALECIMENTO DO SUAS


Era para ser um evento histórico, tamanha a abrangência que o título ofertava, aos
presentes naquela conferência, os quais, pelo menos, em tese, acenavam aos munícipes
eldoradenses, a: “GARANTIA DE DIREITOS...”
Entretanto, a ‘’garantia’’ que se viu e se constatou, naquele evento, se fez, em conjunto
com uma qualidade sofrível de áudio e de som, que se somou a um rosário de situações
irregulares, tanto na parte que compete às diretrizes do Regimento Interno; Como
também, de conduta da banca organizadora, provavelmente, por desconhecimento, dos
procedimentos e normas de organização e condução de um evento da grandeza de uma
Conferência.
Cujos FATOS, foram devidamente noticiados à mesa, através de PROPOSTA DE
ALTERAÇÃO DE ARTIGOS RO REGIMENTO INTERNO, daquela Conferência, os quais,
ainda assim, restaram sem a devida correção. Sem a devida votação, e Aprovação, ou
Não.
Até porque, passados 20 (vinte) dias, daquele evento, a população em geral, NÃO TEM
CONHECIMENTO das demandas que foram aprovadas naquela Conferência.
Ao demais, vejamos:
O artigo 14, inciso I, alíneas “a” e “b”, do Regimento Interno daquela Conferência, dizia
da Inscrição de Delegados com direito a voz e voto nas demandas que seriam
apresentadas.
No entanto, de forma equivocada disponibilizava representação para, somente DOIS
segmentos sociais, previamente determinados, ou seja, ‘representantes governamentais’
e da ‘sociedade civil’, desde que, ‘Credenciados na Conferência’.
Equivocadamente, “deixando de fora” do processo representativo, outros segmentos de
profunda relevância, no trato de questões, objeto daquela Conferência.
Como se não bastasse, atentem-se para a seguinte aberração, que CONSTA naquele
Regimento Interno:
No parágrafo único, do inciso terceiro, do parágrafo terceiro, do inciso terceiro, do inciso
l, do artigo 14 (sic), que referenda participação, social, há que se observar, o seguinte:
NENHUM DESSES INCISOS, do Il ao lX, oportunizam a participação de REPRESENTANTE
DOS USUÁRIOS, e nem, DE PRESTADORES DE SERVIÇOS (sic).
Fatos que por si só, podem vir ensejar, a nulidade daquela Conferência.
Adiante, o artigo 34, do mesmo documento, ‘’referenda’’, somente DOIS delegados, ao
invés do “quantum” já mencionado.
Nesse sentido, participantes daquela Conferência, apresentaram proposta para alteração
daquele Regimento Interno. Cujo documento, em que pese, ter sido recebido pela mesa,
não foi colocado em votação.
Ocasião em que, SE a Proposta de Alteração do Regimento Interno, fosse votada e
aprovada, como certamente seria pelos fundamentos legais daquela Proposta,
ALTERARIA todo um procedimento subjetivo, com fim determinado, e orquestrado para
a condução daquela, igualmente, sofrível Conferência.
Por outro lado, as irregularidades noticiadas, e constantes do Regimento Interno, aos
olhos da Lei, salvo imenso melhor juízo, não possuem o condão de dar legitimidade
aquela Conferência, por não obedecerem, o rito regular de condução daquele tipo de
evento.
Com a palavra o CMAS e sua respectiva Secretaria Municipal de Ação Social – SMAS.
...

O Brasileiro ainda é patriota?


No dia 18 de setembro comemora-se o dia dos símbolos nacionais. Com base nesta
data, realizei a seguinte pergunta a várias pessoas que mantenho convivência no dia a
dia: "Você poderia me dizer quais são os símbolos nacionais? ", o único que soube
responder foi um amigo que possui a mesma idade que a minha, e frequentou a escola
na mesma época, ou seja, ainda sob o comando da ditadura militar.

Os demais, pessoas com 30 anos de idade ou menos, com bom nível de escolaridade,
não sabiam dizer.

"Em teu seio formoso retratas. Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas
matas, E o esplendor do Cruzeiro do Sul" A que se refere este verso? Poucos souberam
dizer que se trata de um dos versos do hino a bandeira, um dos nossos símbolos
nacionais.

Nossos símbolos nacionais foram regulamentados pela Lei 5.700 de 01/09/1971, ou
seja, 46 anos atrás.

Ocorre que as escolas após a década de 80 deixaram de ter em seus currículos matérias
que eram essenciais aos brasileiros, uma delas Educação Moral e Cívica, Estudo de
Problemas Brasileiros, Organização Social e Política Brasileira e outras matérias que
buscavam reforçar o patriotismo e o moralismo.

Certo que estas matérias eram originárias da ditadura militar e eram obrigatórias, há de
se falar que os estudantes daquela época possuíam um melhor ensino, uma melhor
base, eram obrigados a saberem interpretar textos, resolverem problemas matemáticos,
terem boas noções de ciências, física, química, biologia, música, artes manuais, história
e geografia, ou seja, saiam do ensino secundário com uma excelente base, prontos para
cursarem o terceiro grau e assim prestarem vestibular para o curso superior.

Havia enorme dificuldade para a população em geral cursar uma faculdade, primeiro por
existirem poucas faculdades e segundo, uma enorme concorrência. Porém, havia um
outro enorme obstáculo, aquele que não conseguia estudar em uma faculdade pública,
na maioria das vezes, não possuía condições financeiras para estudar em particulares

Mesmo uma faculdade pública exigia que a família tivesse condições de manter este
aluno sem trabalhar, e as dificuldades da época prejudicavam em muito àqueles que
desejavam fazer um curso superior.

Um dos objetivos do ensinamento da educação cívica, por parte dos militares, era
afastar jovens e adolescentes do socialismo, democracia e do comunismo, em especial,
criou jovens submissos ao regime militar, porém, criou também jovens com um nível
cultural melhor.

Hoje em dia, os jovens de 30 anos ou menos, não possuíram em seus currículos
escolares uma matéria que lhes ensinasse a ética e moral, os valores patrióticos, e um
conhecimento de nossa história com mais detalhes. Não conhecem os símbolos
nacionais, ou seja, quais são: A Bandeira Nacional, As Armas, O Selo e o Hino Nacional,
nossos quatro símbolos que devemos ter orgulho.

Muitas vezes me pergunto: "será que hoje estamos passando por tanta crise política,
moral e de princípios, porque nossos jovens não aprenderam nas escolas a importância
do patriotismo? "

Lembro-me muito bem, ainda nos anos 90, quando visitei os Estados Unidos e nos
parques temáticos da Disney, assistia aos shows em que os americanos transpiravam
patriotismo. Lembro-me nas casas de pessoas que foram para a guerra do golfo, um
laço enorme amarelo, dizendo em outras palavras, que estavam orgulhosos de terem
um familiar defendendo a nação americana.

No Brasil de hoje, assistimos todos os dias escândalos e mais escândalos, roubos e mais
roubos, desmandos e mais desmandos. Tudo isto vem colaborando, ao longo dos anos
de acontecimentos, desanimo, descrença, entre outros. A população foi as ruas,
defendeu o impeachment, mas acalmou.

Aquele espírito patriótico enfraqueceu. Assistimos aos telejornais, todos os dias, por
menos que veiculem, malas com milhões de reais, ladrões dos cofres públicos serem
libertados e outro nem preso estão.

Todas essas lembranças me remetem a 11 de setembro de 2001, quando os Estados
Unidos foram atacados dentro de seu coração pelos terroristas causando milhares de
mortes. Após este trágico fato ocorrido, inúmeras medidas foram adotadas e uma
enorme guerra começou contra o terrorismo. New York, sendo o centro financeiro do
mundo, chamou para si a responsabilidade de controlar a movimentação de recursos
que por lá transitam, dificuldades foram criadas para se ingressar no país, soldados
foram a guerra defender a sua nação.

No Brasil, com o crescimento do tráfico de drogas, armas, roubos aos cofres públicos,
não encontramos qualquer medida mais rígida, com a alegação de que nossa
constituição favorece a uma casta da sociedade. Aquele coitado que furta uma lata de
leite para alimentar seu filho é castigado de forma ímpar, mas aqueles que saqueiam
nossas estatais, estão incólume.

Nosso povo não sabe responder quais os símbolos nacionais, como podem ser patriotas
a ponto de exigir a prisão de tantos malfeitores?

Ainda somos patriotas? Há patriotismo em nossos corações? Há civismo?

Estas perguntas devem ser respondidas por cada um de vocês.

*Paulo Eduardo Akiyama é formado em economia e em direito 1984. É palestrante,
autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados, atua com ênfase no
direito empresarial e direito de família. Para mais informações acesse
http://www.akiyamaadvogadosemsaopaulo.com.br/ ou ligue (11) 3675-8600 ...

"Informalidade" ou passar fome? A decisão está na sua atitude


Certo dia estava assistindo a um telejornal e me deparei com uma notícia sobre
desemprego, em que recentes pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), apontava que mais de treze milhões de pessoas, ou seja, uma quantidade maior
do que a quantidade de pessoas que moram no estado de São Paulo, estão fora do
mercado de trabalho.

O mesmo estudo traz um dado positivo. A taxa de desemprego, desde o começo de
2016 apresentou uma queda, desde o ponto mais alto, 13,7%, no primeiro trimestre,
para os atuais 12,8%. Entretanto, a frase "melhora que vem mais na quantidade do que
na qualidade, porque o crescimento é principalmente das pessoas que trabalham por
conta própria ou na informalidade", me tocou profundamente, e de forma negativa.
Porque trabalhar desta forma é visto com tanta descriminação? Eu comecei exatamente
assim, e hoje sou o maior nome da perfumaria do Brasil e este ano, lancei-me no
mercado internacional. O que seria de mim, hoje, com uma carteira assina?

Algumas vezes, não seguir certos conceitos ou ir na contramão do que é aceito, pode
trazer resultados surpreendentes e fazer com que a sua vida, e foi o que aconteceu
comigo. Há muitos anos, eu estive em situação muito complicada. A minha família
estava com dez meses de aluguel atrasado e luz cortada. Sobrevivíamos com uma
"ligação alternativa que provia o fornecimento de energia".

Foram incansáveis e incontáveis vezes que procurei uma oportunidade no mercado
formal, com carteira assinada e contribuição com recolhimentos de tributos. Mas ela
nunca aparecia. Então, o que fazer? Continuar procurando e comprometendo todo o
bem-estar da minha família ou partir para algo novo? A sobrevivência falou mais alto! E
resolvi buscar outras alternativas, que também são dignas e honestas.

Preenchi algumas fichas em agencias de promoção para ver se eu conseguia ao menos
um trabalho " freelancer". Foi ai que eu recebi um convite para trabalhar no segmento
de perfumaria durante dois dias, borrifando em frente de uma loja. Sabe quando você
está passeando no shopping e de separa com aquele cara que fala " experimente a
nossa fragrância que acabou de chegar" então, era eu.

A partir deste ponto, não parei mais. Tornei-me promotor de vendas de perfumaria,
permanecendo dois dias em cada loja de São Paulo. Depois, passei a viajar o Brasil
inteiro e atendendo muito clientes. Após esta etapa, ministrei diversos treinamentos,
acumulando mais de 10 mil horas.

Essa rica vivencia foi fundamental para que eu lançasse o meu livro pela editora Senac.
Todas as páginas foram elaboradas cuidadosamente para ajudar e impactar vidas. Em
noventa dias, a primeira edição foi esgotada.

Eu entendo o sentimento de quem está desempregado e precisa desesperadamente
trabalhar, afinal, a situação de não conseguir atender as necessidades de filhos ou
familiares é a mais degradante e que acaba com a autoestima.

E se você optou por trabalhar por conta própria, assim, como eu, há hoje disponível no
mercado formatos de negócios que podem te ajudar e amparar inclusive com
treinamento, como é o caso de vendas diretas em que é possível comprar direto com a
fabricante com certos descontos e revender para o consumidor final.

Em pouco tempo se atinge ótimos lucros. Visite pessoalmente o local, conheça os
produtos para verificar se são bons, se tem qualidade aliada a aceitação do consumidor
final. Se todas essas etapas estiverem analisadas e pensadas, o ideal seria associar-se a
esta empresa. E neste nicho há varias, que são classificadas em mononivel e multinível.

Uma outra opção é ir em outro local com produtos baratos. Por exemplo, em São Paulo
há o bairro do Brás. Os compradores podem embutir o custo e revender, só que neste
caso não há treinamento ou ajuda para aumentar as suas vendas.

Já numa empresa sólida de venda direta tem todo respaldo e pode usar a estrutura para
auxiliar na abordagem e prospecção e assim, é possível planejar como vai comercializar
os produtos. No mercado há inúmeras como perfumes, produtos para o corpo,
cosméticos, shakes, colchão e brevemente uma de café.

Mas se a ideia é vir para o mundo da perfumaria, afirma que não haverá
arrependimentos. Na minha concepção é muito fácil de vender, se olhar ao redor e
perguntar quem usar perfume, a resposta será sim. Agregado a isto, é possível vender
itens para banho.

Se gostou das dicas, o primeiro passo é procurar empresas de venda direta. Segundo,
analisar se você se identificou com os produtos. Terceiro, verificar se a empresa possui
algum sistema de treinamento. Quarto, adquirir os produtos desta empresa e não pare
de ir atrás de informação e conhecimento. Independente se você está no mercado "
informa" ou " formal".

Mohamed Gorayeb *
* Especialista em vendas e atendimento, criador de mais de mil técnicas de vendas para
o mercado de varejo e autor do livro "Receba mais SIM e menos NÃO" pela editora
Senac. Atua no Mercado desde 2001, atendendo grandes empresas nacionais e
internacionais. Ministrou mai ...

Brasileiro e a insana mania de economizar em coisas erradas


Existe uma grande diferença entre oportunidade e oportunismo. Uma, é aquela em que
as pessoas querem levar vantagem em tudo, ser esperto, ganhar a qualquer custo
sendo que a outra, vai na contramão deste movimento cada vez mais presente e
enraizado na cultura brasileira.

Enquanto eu morava no Brasil, vivenciei diversas situações em que me deparei com o
oportunismo e isso me incomodava demais. Por isso, desde quando passei a ter
residência fixa nos Estados Unidos, decidi por um ponto final nisto. Hoje, eu não tolero
esse comportamento e principalmente as pessoas que convivem comigo sabem o quanto
sou rígido fazendo duras críticas quando identifico o vício do oportunismo nas minhas
relações de negócios.

A cultura do Brasil é riquíssima, linda e super diversificada. Porém, esse vício maldito
acaba com a beleza. A necessidade de levar vantagem deixa as pessoas cegas e a feira
de Acari, no Rio de Janeiro, é um belo exemplo deste contraste. O mercadão de
produtos roubados é promovido às custas de inúmeras mortes e assaltos por conta de
um comércio que não tem fim.

Em São Paulo, mais precisamente na Avenida Paulista, tem um shopping de artigos
chineses a preço popular. Confesso que eu ia todo o final de semana lá para olhar as
novidades e sempre comprava um dvd ou outro e um monte de outras coisas que eram
considerados réplicas de primeira linha. Quem realmente usa artigos de luxo sabe a
diferença entre o pirata e o original.

Mesmo que você tenha um auto estima lá em cima e não se incomode com a julgamento
dos outros, ou é do tipo que adota a política do “ estou nem aí”, existe algo implícito
neste jogo muito mais grave do que a opinião alheia, que é o dano causado pelo
consumo deste tipo de produto. Não há pagamento de impostos referente a mercadoria
e recolhimento de tributos. Só por isso esse produto chegou até o seu consumidor final.
Vidas acabam porque alguém tem a necessidade porca de comprar algo “ baratinho”. E
não é exagero.

Tenho um amigo que hoje reside nos Estados Unidos. A família dele quando morava no
Brasil possuía uma transportadora com cinco caminhões. Sempre que se tratava de uma
carga valiosa, quem fazia o transporte era o pai, o dono da empresa. Ele tinha esse
cuidado para zelar pelo material do cliente e garantir que o produto caro chegaria ao seu
destino conforme o esperado, sem danos. Até que um dia, ele foi roubado e
sequestrado. A quadrilha pediu R$50 mil reais, e a carga era de televisões. Ele ficou
quatro dias em cativeiro e não havia possibilidade de pagar pelo valor exigido. Não
avisaram a polícia e as negociações chegaram a R$10 mil. A quantia foi paga, mas o pai
foi encontrado morto, sendo que ele havia falecido muito antes da entrega do dinheiro.

Ainda me questiono como que as pessoas têm coragem de comprar esses produtos. O
detergente mais barato, o salame, sabão em pó que vendidos na feira de acari custaram
a vida de alguém. Além disso, deixou o seguro para todo mundo mais caro, impactando
na economia como um todo. Quantas vezes subiu o seguro do seu carro? Mas na hora
de comprar uma peça, muitos não abrem a mão de ir até um desmanche. É essa
consciência que precisa mudar. Quando isso acontecer, o país muda de patamar.

Quem compra produto fruto de roubo de carga, ou pirata, não faz ideia do prejuízo para
o país, além da energia negativa que vem de carona. O brasileiro precisa parar de
aceitar migalhas dos outros e mudar a condição de vida e adquiri itens que de fato
possuem qualidade e são duráveis. Comprar itens de péssima qualidade ou por preços
até 70% a menos do que comercializados em lojas tradicionais, jamais pode ser um bom
negócio.

Daniel Toledo *

* Graduado em direito pela Universidade Paulista. Possui especialização em International
Business and Global Law pelo Eckerd College - St Petersburg e em tributação no
mercado financeiro, pela FGV São Paulo, LLM em mercado Financeiro e de Capitais pelo
IBMEC e LLM em Health Law pela Southern University of Illinois. Fez doutorado em
Direito Constitucional pela UNITA, e participou de diversos cursos promovidos pela OAB
e CAASP, voltados para direito comercial e societário. Atualmente, é sócio da Toledo and
Associates, Law Firm desde 2003 e sócio fundador da Loyalty Miami. A fonte pode
comentar e explicar sobre a obtenção dos seguintes vistos: L1 - E2 - H1B - EB-1 - EB-5–
O – R – J – K. Foi o único advogado brasileiro indicado ao prêmio Lawyers of Distinction

...

Tem oportunidades passando e você não vê |


O caminho só existe quando você passa. Essa frase faz parte de uma música do Skank.
E ontem repeti isso para um cliente por algumas vezes durante nossa sessão.
Enquanto ele colocava suas justificativas por não ter começado determinadas ações, eu
enxergava uma preocupação aumentada da parte dele em fazer tudo perfeito. Ele estava
esperando o dia perfeito, o e-mail perfeito, o discurso perfeito, o momento perfeito,
mas, quando isto acontece, você perde tantas chances sem perceber! Além de chances,
você perde tempo, aprendizado, projetos, e, principalmente, a OPORTUNIDADE DE
COMEÇAR.
"Caminhos se abrem quando você põe o pé no caminho." Não haverá mágica! Então,
segui por alguns momentos alertando para que ele desse o primeiro passo. Porque afinal
quero ajudá-lo a construir novas oportunidades.
Frio na barriga existirá sempre, mais ou menos dependendo de cada um. Na maioria das
vezes, a montanha de preocupações e achismos é maior na sua cabeça do que na dos
outros. Autossabotagem, quem nunca?!
Então, seja lá o que você está querendo começar a mudar ou iniciar na sua jornada
pessoal e profissional: ponha o pé no caminho! Pense que é a mesma coisa que se
preparar para uma viagem. Você pode ler todos os guias, reportagens, mapas e
indicações sobre o lugar, mas você apenas saberá quando?!!! Quando colocar o pé no
caminho! Quando começar a viagem de fato! E por mais que você tenha planejado e
estudado, você terá imprevistos, ajustes, mudança de rotas, novos planos, descobertas,
desafios e por aí vai.
Então, não deixe para depois a oportunidade de dar os primeiros passos na sua jornada
de mudança, autoconhecimento e desenvolvimento. Ponha o pé no caminho e garanto
que você ganhará muito mais do que pensou.
Mas, e se der errado? E se não for tudo o que você pensou? Pois é, pode acontecer, mas
você saberá apenas quando começar os seus primeiros passos no caminho. Eu não
estaria aqui construindo meu novo caminho se eu não tivesse colocado os pés nele.
Anos atrás jamais pensaria em escrever textos, gravar vídeos, fazer palestras e atender
pessoas que querem ampliar seus campos de possibilidades e autoconhecimento. Eu
diria para você que isso era loucura! Mas, aqui estou! E amo o que faço! Sigo
encorajando a todos que passam no meu caminho a buscar o melhor dentro delas! E
viver com mais significado, compreensão, valorização de si mesmo e clareza dos
verdadeiros motivos em suas vidas.
Qual é o seu caminho? O que falta para dar os primeiros passos? Compartilhe sua
história comigo! Será muito gratificante poder auxiliar os seus primeiros passos para
essa jornada de autoconhecimento!

Artigo elaborado por Deborah Toschi: Coach certificada pelo ICI - Integrated Coaching
Institute. Sócia-Diretora da CAPIO Desenvolvimento Humano, especializada em
Coaching de Carreira, Vida e Mentoria. Atuou em posições de liderança em RH durante
10 anos. Em sua trajetória, foi responsável pela condução de diversos projetos focados
em estratégia de gestão de pessoas e desenvolvimento organizacional. Deborah cursou
MBA em RH na FIA-USP e é formada em Psicologia pela Universidade São Marcos.
deborah@capio.com.br | www.capio.com.br
...

Selfies acentuam a vaidade e elevam a procura por cirurgias plásticas


As redes sociais propagaram a moda das "selfies" entre adultos, crianças, jovens ou
mais velhos. E esse tipo de autorretrato moderno, por sua vez, agrega ainda mais
insatisfação quanto à aparência física – afinal, sempre tem algo que não gostamos em
nosso corpo e gostaríamos de mudar. Isso, aliado à baixa autoestima, aceitação do
grupo de amigos, padrões de beleza pelas principais marcas e propaganda ou
simplesmente vaidade, estão fazendo com que pessoas cada vez mais jovens optem
pela cirurgia plástica.

Porém, é preciso evitar excessos e tomar muitos cuidados com algo que pode impactar
uma vida inteira. Depois que as selfies viraram moda nas redes sociais, os consultórios
médicos registraram aumento na procura pela cirurgia plástica. Isso porque muitos deles
estão insatisfeitos com a imagem que veem on-line. No entanto, é preciso analisar que
as selfies não são parâmetros de beleza, já que são feitas a um braço de distância do
rosto, muitas vezes torta, com luz inadequada ou até mesmo tremendo.

"A primeira questão que os jovens precisam levar em consideração não é apenas a
vontade de estarem com uma melhor aparência, e sim a necessidade disso", afirma
Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica. O que há em particular
neste grupo é a imaturidade, própria da idade, que pode atrapalhar na decisão.
Desproporções na forma ou dimensão do nariz, por exemplo, podem ser transitórias ou
supervalorizadas pelo adolescente. Isso não quer dizer que a cirurgia plástica não possa
ser feita em qualquer idade, afinal o incômodo e a não satisfação com o seu corpo
também são uma questão de saúde.

É importante verificar alguns pequenos e simples processos antes de recorrer à cirurgia
para resolver um problema estético: o paciente precisa ter certeza do que quer e
demonstrar que quer fazer o procedimento, compreendendo, com maturidade, todo o
seu processo – que envolve riscos, limitações, acompanhamento, recuperação, entre
outros. Deve demonstrar também capacidade de realizar e cumprir os cuidados do pré-
operatório, sem rebeldias, e ter paciência para aguardar os resultados desejados.

Da parte do médico, o profissional deve se certificar que não há exageros na "queixa"
apresentada e verificar que o local/órgão em questão esteja totalmente desenvolvido. É
importante também que os pais e o próprio adolescente se certifiquem das habilidades
médicas, buscando conselhos e depoimentos de pessoas que já realizaram algum
procedimento com esse profissional.

Este é apenas um dos dilemas, já que também há um custo para se fazer a cirurgia.
Como ter confiança em tal médico? Ou como posso pagar pela cirurgia? Existem muitas
alternativas hoje em dia, como o próprio Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que parcela
o procedimento e indica médicos devidamente credenciados e de confiança. E é por isso
que cada vez mais pessoas conseguem realizar o sonho de ir em busca do corpo
perfeito, com responsabilidade, maturidade e certos de que é o melhor caminho para a
boa saúde. ...




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