Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 07 de Abril de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 162 de Dezembro 2016


ARTIGO

A saúde em 2017


A saúde agoniza em um dos momentos mais delicados da economia brasileira. E a população é
clara no seu recado, pois vive na pele o drama e a incerteza de atendimento. A recente
pesquisa Datafolha recolocou o tema no topo das prioridades. Para 33% dos brasileiros, saúde é
o maior problema do País, ganhando mais que o dobro do percentual atribuído à corrupção e
desemprego (ambos com 16%). Ajuda a formar esse caldo o fato de mais de 1,6 milhão de
pessoas terem desembarcado de planos de assistência médica, restando como seu único alento
recorrer ao SUS. Ou seja, 2017 será marcado por uma demanda crescente por atendimento. E
como está a estrutura?

Enquanto a população mais precisa do SUS, leitos e hospitais são fechados, arruinando o setor.
No Rio Grande do Sul, as dificuldades proliferam, alimentadas pela queda nos repasses do
governo estadual aos hospitais. Em 2016, são R$ 144 milhões a menos. O jogo de empurra
entre a administração dessas instituições, responsáveis por mais de 70% da assistência pelo
SUS, e os gestores, prejudica o atendimento e os médicos, embretados entre o desejo de
acolher os pacientes e atrasos de até 14 meses nos seus salários. O governo Sartori tem sido
uma tragédia para a saúde.

Para 2017, todas as esferas da administração pública precisarão investir mais na saúde pública
e criar condições de fixar médicos nas localidades. A campanha Desejos para a Saúde, feita pelo
Simers em 2016, pode auxiliar os novos prefeitos e os reeleitos. Moradores de 497 municípios
gaúchos apontaram as melhorias a serem feitas. Em Eldorado do Sul, as pessoas pedem melhor
infraestrutura na saúde pública, valorização dos profissionais de saúde pública e agilidade no
atendimento.

Outro tema que virou questão de saúde é a segurança. Profissionais e pacientes são vítimas da
insegurança nos ambientes vocacionados para salvar vidas. O Simers ajuda a construir saídas
com as autoridades. Melhores condições na assistência dependem da colaboração de todos. Os
médicos têm soluções factíveis e esperam encontrar gestores realmente dispostos a
empreender as mudanças necessárias.

Paulo de Argollo Mendes *

* Presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) ...

Roubo de cargas: Brasil lidera índice na América Latina. Como prevenir?


A sensação de insegurança vivenciada pela população brasileira é o maior indicador de que a
crise da Segurança Pública é superior ao que tomamos conhecimento por meio de indicadores
apresentados pelas autoridades constituídas através de notícias veiculadas nos diversos canais
de comunicação em chamadas e manchetes que destacam a violência.

Na última década, o fator Segurança Pública passou a ser considerado o principal desafio dos
governantes em todo o país. Embora o caos esteja instalado, a modalidade de crime de roubo
de cargas chama a atenção e ganha destaque negativo.

A degradação da força do estado de direito em segurança e a crise econômica, somada a uma
população carente desassistida, formam o ambiente propício para a prática desta modalidade de
crime. A polícia possui especialização para atuar no tráfico de drogas, roubos a bancos,
sequestros e outras modalidades, mas não está preparada para o combate específico ao roubo
de cargas. Neste caso, soma a falta de coesão na especialização e o desinvestimento em função
da crise financeira.

A interceptação de veículos de carga que transportam mercadorias diversas, envolvendo
inclusive o sequestro de motoristas sob grave ameaça, tornou-se uma prática comum e, cada
vez mais, especializada. Empresas, embarcadoras ou transportadoras buscam proteção,
contudo, é evidente o aumento da vontade e da capacidade de organizações criminosas em
cometer este tipo de delito, aprendendo inclusive a utilizar tecnologias inovadoras para burlar
as tecnologias adotadas com o propósito da proteção, como é o caso do uso de dispositivos
como o jammer, que corta o sinal dos rastreadores de veículos.

Adicionalmente, esses criminosos contam com facilitadores, como o conhecimento de rotas
alternativas, pouco visitadas pela polícia, e o apoio de uma boa parte da população que percebe
esta prática como benefício, pois consegue acesso a bens e produtos de qualidade, seja por
doação realizada pelos criminosos - efeito Robin Hood de conquista - ou por ter a oportunidade
de adquirir produtos por preços muito menores do que os praticados no mercado.

O resultado mais evidente é ter o Brasil como líder na taxa de roubo de cargas, sendo a mais
alta da América Latina e constar entre as mais altas do mundo, segundo a BSI Supply Chain
Services and Solutions. No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, os roubos aumentaram mais
de 150% nos três últimos anos, causando prejuízos financeiros astronômicos para as empresas
e também para o estado, cuja perda ocorre por diminuição na arrecadação de impostos.

Engana-se quem pensa que este cenário se aplica apenas a grandes centros urbanos como Rio
de Janeiro e São Paulo. Esse fenômeno atinge igualmente todas as regiões do nosso país. E a
insuficiência da autoridade pública não sinaliza melhorias. Com isso, o aumento de custos
operacionais e com as seguradoras, assim como a preservação da imagem e do market share
estão impulsionando as empresas a aprimorarem suas barreiras de segurança.

Utilização de veículos blindados, rastreamento via satélite com inteligência anti-jammer, rotas
seguras, planos robustos de gerenciamento dos riscos, dentre outras medidas, apontam como a
melhor forma de promover a redução de perdas. Para que o uso combinado destas práticas
produza efeitos reais é necessário e fundamental contar com apoio técnico especializado que
integre os sistemas e opere com eficiência.

Dificultar a ação de bandidos, tonando-se um alvo menos fácil, já não é suficiente. É necessário
desestimular a ação criminosa e tornar a atividade menos atrativa. Empresas que ainda não
trilham estes caminhos devem repensar com urgência suas práticas de segurança e proteção
aos riscos a que estão expostas.

Investir na proteção e na segurança ainda é mais seguro e econômico do que repassar os
custos das perdas para o cliente ou negociar o compartilhamento deste custo social com
empresas seguradoras, que já atuam de forma mais criteriosa, inclusive indicando a contratação
de empresas especializadas em gestão de riscos, ou mesmo, não aceitando realizar a cobertura
das cargas.

E vale ressaltar que as grandes empresas não são as únicas que sofrem com este cenário. Há
casos de roubos de menor valor, conhecidos como crimes de oportunidade, que causam
prejuízos incalculáveis para pequenas e médias empresas que tem suas cargas roubadas
aleatoriamente.

A máxima “prevenir é melhor do que remediar” precisa ser aplicada. É prudente que as
empresas contratem serviços especializados que as tornem menos suscetíveis a roubos e à
violência, em vez de esperar o registro de grandes prejuízos para dar atenção a esta situação.
Afinal, além da perda financeira, há vidas envolvidas nestas atividades e é impossível repor este
tipo de perda.


Carlos Guimar Fonseca Junior*

*Gerente de segurança da ICTS, empresa especializada em consultoria, auditoria e serviços em
gestão de riscos, que possui ampla atuação no mercado de gestão de riscos, auditoria interna,
compliance, gestão da ética, ...

Imunidade auxilia no combate do vírus da Zika


Para aumentarmos nossa resistência imunológica contra todo tipo de doenças, é necessário ter
uma vida mais harmonizada, com alimentação a base de frutas, legumes e cereais, beber
bastante líquido (sucos de frutas frescas e água), dormir bem, além de fazer algum tipo de
atividade física regular. Temos uma capacidade natural de autocura, de autoajuste de nosso
DNA, que precisa que forneçamos o mínimo de condições físicas para que possa trabalhar
adequadamente e nos livrar das doenças.

Mas e quem procura fazer tudo isso e também adoece o que está acontecendo? Não somos
formados apenas da parte física, temos nosso espiritual, mental e emocional que é uma energia
que também move nossas células físicas; sem esta intervenção da energia vital que nos
mantém vivos, seríamos apenas um amontoado de matéria. Portanto, devemos cuidar desta
nossa contraparte muito mais do que cuidamos do nosso físico, pois é ela a principal
responsável pela manutenção da saúde, pois comanda a transformação do que comemos em
energia e a reprodução celular correta.

Para mantermos nossa saúde como um todo, temos que procurar resolver nossos principais
conflitos em família, no trabalho etc. E se estes forem quase insolúveis, devemos tentar
administrá-los para que não nos afetem tanto no dia a dia. Isto requer muita sabedoria interna,
calma, fé e confiança, esperança de que é uma fase difícil que estamos atravessando e que
temos direito de poder desfrutar de tempos melhores.

O repelente universal é tentar manter a cada dia nossa vida mais harmonizada. Como nenhum
de nós é perfeito, e por isso temos dificuldades em administrar corretamente nossa vida,
lançamos mão desta diversidade de aparatos externos que o homem vai inventando para ajudar
a se proteger.

Para afastar os mosquitos, por exemplo, os repelentes podem funcionar em algumas pessoas
mais e outras menos, pois nenhum deles é 100% seguro. Os mosquitos, os vírus, as bactérias,
os parasitas estão por toda parte, e é impossível nos isolarmos completamente deles.
O foco deve estar no combate à reprodução dos mosquitos e no cuidado de si e, neste caso,
cabe, principalmente, o uso da homeopatia, da Yoga, dos florais etc. O uso de borrifadores de
álcool com cravos e como repelente passando na pele é um dos mais usados, assim como as
fórmulas com óleos essenciais, também o cheiro de citronela, andiroba, eucalipto ou lavandula
(seja em chá, em velas, em borrifadores), detergentes em locais de água parada, aerossóis e
nebulizadores químicos não são recomendados porque geram cepas mais resistentes do
mosquito.

Para evitar o mosquito com a proximidade do verão, o recomendado é o uso de mosquiteiros à
noite e de telas nas janelas, roupas de cor clara (as coloridas podem atrair o mosquito), ar
condicionado (não gostam de frio). Contudo, assim como os repelentes, estas ações são
paliativas.

Ao ser diagnosticada com o vírus Zika, a pessoa deve seguir as recomendações médicas. Como
não existe remédio específico para o tratamento, além dos cuidados básicos com a alimentação,
a homeopatia é recomendada, pois ajuda a fortalecer o organismo e amenizar os efeitos sem
provocar efeitos colaterais. Toda homeopatia trata as predisposições às doenças em geral,
podendo amenizar o desenvolvimento da doença - no caso de ser picado pelo mosquito
contaminado. Com a imunidade alta, diminui as chances do feto ter microcefalia ou outros
comprometimentos.

Não existe, em nenhum tipo de tratamento disponível, inclusive no homeopático, algo que tenha
uma ação pontual de erradicação de todas as doenças, pois contamos com uma diversidade
inimaginável na apresentação dos sintomas e nas reações aos tratamentos, que é totalmente
individualizada. Porém, temos alguns remédios com recursos seguros que nos permitem
abranger uma grande gama de características dos indivíduos de forma geral, visto que
pertencemos a mesma espécie Homo sapiens.

Professora Eliete M M Fagundes
elietemmfagundes@terra.com.br
www.homeopatias.com ... ...




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