Eldorado do Sul, Guaíba e Região Carbonífera, 30 de Março de 2020. Página Inicial | Contato
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Edicão n° 161 de Novembro 2016


ARTIGO

O envelhecimento masculino e a paternidade


O mundo moderno exibe uma tendência de casais decidirem por prole mais tardiamente. Até
1970, menos de 15% dos homens acima de 35 anos tinham filhos; atualmente, o percentual é
de aproximadamente 30%. Muitos homens estão elegendo a faixa de 50 a 54 anos para garantir
sua prole. Múltiplos fatores são responsáveis por essa mudança comportamental. O destaque
incontestável é a priorização da formação acadêmica mais longa para assumir uma posição
profissional destacada em ambiente acirradamente competitivo.

Ao contrário da mulher, que nasce com uma quantidade predeterminada de óvulos, a
paternidade poderá ocorrer de forma perene, independente da faixa etária, pois a
espermatogênese não é finita. Entretanto, o envelhecimento masculino exibe progressivamente
alterações na competência reprodutiva – que serão tanto mais retumbantes quanto maior o
comprometimento no estilo de vida, principalmente obesidade, sedentarismo, estresse,
consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, drogas recreativas etc.

A máxima de que somente a esposa envelhecendo comprometeria a fertilidade do casal é
incorreta e está suficientemente esclarecida. O tempo determina modificações estruturais e
funcionais no homem (níveis hormonais, calvície, alteração de pele, força física, ereção,
memória etc) e é óbvio e ululante que a função testicular também é contemplada com
alterações.

Quanto mais idade, especialmente acima de 40 anos, mais alterações seminais serão
observadas, destacandose concentração e motilidade espermáticas. O índice de fragmentação
do DNA espermático é também estatisticamente maior em homens mais velhos. Essas
alterações repercutem no tempo demandado para gravidez: um homem com menos de 25 anos
(e com esposa jovem) necessita, em média, de somente quatro meses e meio; acima de 40
anos, esse período sobe para quase dois anos. E assim ocorre progressivamente.

Homens acima de 45 anos também podem ser responsáveis por maior chance de interrupção
espontânea da gravidez – embora isso seja um caso raro. A diminuição progressiva da
concentração de espermatozoides com o passar dos anos pode culminar com a ausência total de
células reprodutivas no ejaculado (azoospermia). Especificamente, essa entidade nosológica é
mais frequente em homens após os 60 anos de idade. Presume-se que não se deva somente ao
fator etário e, sim, pela maior tempo exposto a fatores de risco.

Excetuando-se as dificuldades descritas na obtenção da gravidez em homens acima de 45 anos,
há necessidade de se considerar as raras alterações na prole. A mutação autossômica
dominante em homens acima de 45 anos é quase quatro vezes maior do que em homens entre
30 e 34 anos. A herança na prole de homens idosos está merecendo uma atenção muito
especial, especialmente considerando aprendizado e eventuais alterações comportamentais.

A sugestão da comunidade científica preconiza paternidade antes dos 45 anos, o que nem
sempre é possível.

Claudio Telöken *
* Urologista e andrologista do Fertilitat - Centro de Medicina Reprodutiva, em Porto Alegre.

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Harmonização do Ambiente Básico


O conceito de Ambiente Básico foi criado para definir o ambiente que realmente exerce uma
influência direta na saúde da pessoa e nas suas atividades. Desta forma, define-se Ambiente
Básico como o local onde a vida acontece, ou seja, onde a pessoa permanece por mais tempo,
na residência e no local de trabalho.

A harmonização é o ato de equilibrar todas as formas incidentes de radiações e energias sutis
no Ambiente Básico, de modo que fique equalizada com a frequência vital do ser humano.
Na visão geral, a harmonização do ambiente tem um cunho esotérico. Diversas práticas são
utilizadas para esta finalidade, com vários graus de eficácia. O fato é que, analisando a partir de
uma visão científica, esta harmonização é possível, a partir da identificação dos fatores
causadores do desequilíbrio e a sua total eliminação ou compensação. Uma vez executado este
processo corretivo e não havendo a incidência de novos eventos, a harmonização permanecerá
por tempo indeterminado.

Muitas vezes algumas práticas trabalham apenas nos efeitos, maquiando a real situação. Se não
houver a eliminação ou compensação das causas do desequilíbrio, é óbvio que a situação de
desarmonia se restabelecerá em algum momento.

A execução de uma harmonização plena requer a análise minuciosa de um profissional
especializado com conhecimento e treinamento, buscando identificar todas as formas de
radiações estáticas presentes no ambiente, além de localizar os focos de concentrações nocivas.
As energias sutis se apresentam de forma dinâmica e de intensidade variável, tornando a sua
eliminação ou compensação mais complexa. Na prática, as energias sutis de algumas origens
nunca são plenamente eliminadas. Existe, sim, uma tendência para um grau máximo de
eliminação quando o trabalho for bem elaborado.

O Ambiente Básico é um sistema onde tudo interfere em tudo. O motivo da harmonização é
para equilibrar as pessoas que nele permanecem. É como um peixe em um aquário sendo
tratado a partir da água, o seu ambiente. A pessoa, ao permanecer por mais tempo em um
ambiente desequilibrado, pode sofrer a influência deste por meio da ressonância ou por ligações
iônicas e apresentar problemas de saúde.

Para o processo de harmonização do Ambiente Básico ser permanente ou ter uma duração mais
longa, deve ser executado a partir das causas, não bastando apenas eliminar os efeitos. Caso
não seja efetuado desta forma, periodicamente deve ser refeito o processo.

Isnar Amaral – Consultor ambiental
isnaramaral@ambientebasico.com.br
www.ambientebasico.com.br

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Lei da Ficha Limpa: erros podem ser evitados


Os novos prefeitos eleitos em 2016 devem se preocupar desde o primeiro dia do
mandato com as questões administrativas para evitar problemas no Tribunal de Contas.
Chama a atenção o número de processos no TRE que poderiam ter sido evitados se as
defesas de prefeitos condenados por erro na prestação de contas e até mesmo pelo
cerceamento de defesa tivessem merecido a atenção que o caso exige.

É comum pessoas íntegras serem impedidas de tomar posse no cargo de prefeito,
embora eleitos pela vontade popular porque foram condenadas nas Câmaras Cíveis e
Criminais porque não puderam provar que as contas impugnadas estavam certas e que
não praticaram crimes de prevaricação ou improbidade administrativa.

Penso que a Lei da Ficha Limpa é um bom instrumento para evitar que políticos
corruptos concorram, mas, ao mesmo tempo, tem permitido que políticos honestos
sejam impedidos de tomar posse porque foram surpreendidos com condenações que
transitaram em julgado pelo fato de terem acreditado que seriam absolvidos por terem
agido com boa fé.

A questão da Lei da Ficha Limpa, no meu entendimento, gera a incidência da norma,
muitas vezes por erros que poderiam ter sido evitados. A observância ao artigo 37 da
Constituição Federal, bem assim de outros dispositivos tanto da Carta Magna quanto da
legislação federal e a própria contínua atenção com a coisa pública são essenciais!
E notório que o poder econômico tem impedido que candidatos bem intencionados
percam as eleições para candidatos da elite que sequer conseguem imaginar a
importância do transporte, da segurança, da qualidade da educação, das creches e da
segurança.

Há que ficar claro que não vence na Justiça quem tem razão. Vence que prova que tem
razão. O mais importante é lutar na defesa do direito para evitar que o direito da força
se sobreponha a força do direito. Gosto de dizer que a luta pela Justiça é a poesia da
alma!

wanda@gomessiqueira.com.br
http://wandagomessiqueira.blogspot.com.br/
http://www.gomessiqueira.com.br/

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Fatores estressantes e como superá-los


Cada vez mais o estresse e o sofrimento decorrente dele são preocupações da sociedade. O
tema está presente na campanha da Associação Médica do Rio Grande do Sul (AMRIGS),
"SAÚDE PREVENTIVA: Pratique essa Ideia!", apoiada na educação e na prevenção, com o
objetivo de promover o conhecimento sobre a medicina preventiva. A psiquiatra e diretora de
Normas da AMRIGS, Lizete Pessini Pezzi, esclarece que o estresse pode, ou não, ser uma
enfermidade e o crescimento, desenvolvimento e adaptação, por exemplo, implicam em
tensão que retira a pessoa da zona de conforto e aciona para uma modificação e readaptação.

- Quando se trata estresse como a dor psíquica com intensidade maior do que a pessoa pode
suportar, como patologia e doença, é preciso pensar o que é o estressor, em que momento da
vida ele acontece, quem é a pessoa que está vivenciando esta situação e por quanto tempo
está sofrendo. O mesmo evento causador de sofrimento pode ser incapacitante para uma
pessoa, enquanto que para outra pode ser um desafio a ser superado, acabando por
representar uma força a mais para vencê-lo - ressalta Lizete Pezzi.

A psiquiatra destaca que a velocidade do dia a dia, os engarrafamentos, os ônibus lotados, o
medo de assalto, a corrida contra o relógio, o risco de perda de emprego, entre outros, são
fatores que podem provocar um estresse continuado, às vezes aparentemente leve, mas que,
em algumas pessoas, acabam se convertendo em uma grande pressão e geram a doença com
sofrimento. Todos estes eventos, dependendo da maneira como se acumulam na mente da
pessoa, podem causar ferimentos emocionais, que demandarão um tempo para "cicatrizar",
isso se for possível.

- Como evitar ou como minimizar as consequências dolorosas do estresse são dúvidas que
sempre estão presentes. Não dá para simplificar algo tão complexo como o sofrimento do ser
humano. É necessário individualizar cada situação. Mas se é possível ter um denominador
comum para amenizar a dor da pessoa que sofre estresse, este seria os vínculos afetivos que
ofereçam suporte, acolham e ajudem na superação da dor - enfatiza a psiquiatra.

Lizete Pezzi recomenda, ainda, que o tratamento psicoterápico e até mesmo medicamentoso
são alternativas importantes para que a pessoa consiga combater o estresse. A psicoterapia
ajuda os portadores da patologia a superar a dor e, ao se conhecer, transformar as
experiências em possibilidades de crescimento ou solidariedade ao outro.

Os sintomas psicológicos causados pelo estresse podem abranger ansiedade, tensão,
confusão, irritabilidade, frustração, ira, ressentimento, hipersensibilidade, dificuldade na
comunicação com as pessoas, isolamento, insatisfação com o trabalho, com a vida, fadiga
mental, prejuízo do funcionamento intelectual, perda da concentração, da espontaneidade, da
criatividade e da auto estima. Já os sintomas físicos do estresse tendem a ser o aumento da
pressão sanguínea, problemas gastrointestinais, fadiga física, sudorese, problemas de pele,
dor de cabeça e distúrbios do sono.

Fonte: PlayPress ... ...




Edição n° 161 - Novembro 2016

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