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Edicão n° 220 de Outubro 2021


Diretora da Precisa diz não haver ilegalidade em negociação da Covaxin
14/07/2021

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, a
diretora técnica da empresa Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades, disse nesta
quarta-feira (14) que a empresa não ofereceu US$ 10 pela dose da vacina Covaxin,
produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech e negociada com o Ministério da
Saúde. O valor consta de documento encaminhado pelo ministério ao colegiado, com
memorial de uma reunião realizada no dia 20 de novembro do ano passado.

O documento, com o memorial da reunião, foi lido pelo vice-presidente do colegiado,
Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e diz que o medicamento foi oferecido por US$ 10 a dose
e que, em razão do montante elevado de doses, esse valor poderia ser reduzido. O
imunizante foi a vacina mais cara negociada pelo governo até agora, pelo preço de US$
15 por dose. Em junho, o Ministério da Saúde suspendeu o contrato de compra da
Covaxin, após recomendação da Controladoria-Geral da União (CGU).

"Existia a expectativa de que o valor da vacina chegasse a US$ 10. Não sei porque
colocaram que custava US$ 10, porque não foi ofertado este valor. Nem a Precisa nem a
Bharat", disse Emanuela.

De acordo com a diretora, o primeiro valor oferecido por dose da vacina ao governo
brasileiro, no valor de US$ 15, foi apresentado em 12 de janeiro 2021. A diretora da
Precisa disse ainda que o preço da Covaxin atendeu à precificação da Bharat Biotech. Ela
acrescentou que a Precisa não tem governabilidade sobre os preços, mas que mesmo
assim trabalhou para reduzir o valor.

“A política de precificação é da Barath Biotech, a Precisa não atua na precificação. O que
nós tentamos foi o tempo todo tentar reduzir esse custo. Tenho registros por e-mail, nós
temos reunião”, disse.

Questionada pelo relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), sobre por que as
negociações para a compra da vacina tiveram o andamento mais rápido que as de outros
imunizantes, ela disse que a Precisa aceitou todas as condições impostas pelo Ministério
da Saúde.

“Foi mais rápido porque aceitamos todas as condições impostas pelo Ministério da
Saúde. Não pedimos nenhuma alteração de cláusula, prazo”, disse.

Invoice
Emanuela também disse que a primeira versão da invoice (nota fiscal internacional) da
Covaxin foi enviada ao Ministério da Saúde no dia 22 de março e não no dia 18 de
março, conforme afirmou o consultor técnico do Ministério da Saúde William Santana,
em depoimento ao colegiado. Diante da contradição, os senadores discutiram a
possibilidade de acareação entre a diretora e Willian.

“Provei e provo mais uma vez que essa invoice só foi enviada no dia 22 [de março].
Desafio William Amorim e Luis Ricardo Miranda a provarem que receberam dia 18,
porque eles não vão conseguir. Estou disposta inclusive a fazer uma acareação”, afirmou.

Na sexta-feira (9), o consultor da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) William
Santana, que atua junto ao Ministério da Saúde como técnico da Divisão de Importação
do Departamento de Logística, disse à CPI que as informações enviadas pela Precisa
Medicamentos, ao ministério, para compra da vacina Covaxin continham diversos erros e
inconsistências.

Segundo William, três invoices, todas com informações divergentes com o contrato
assinado no Ministério da Saúde, foram enviadas à pasta pela Precisa Medicamentos
entre os dias 16 e 24 de março de 2021. O consultor também afirmou que não
participou “de negociação ou celebração do contrato”, nem de reuniões para a aquisição
da vacina indiana Covaxin, mas relatou que seu chefe na Divisão de Importações do
Ministério da Saúde, Luís Ricardo Miranda, foi pressionado a liberar a importação do
imunizante.

O depoimento de Emanuela ocorre hoje após a diretora técnica da Precisa ter ficado em
silêncio nesta terça-feira (13). Com isso, a reunião chegou a ser suspensa pelo
presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM). Os trabalhos foram retomados no final da tarde
de ontem, mas Aziz atendeu ao pedido para adiar o depoimento feito pela diretora da
Precisa, que alegou estar “exausta”.

Ao iniciar o depoimento nesta quarta-feira, Emanuela afirmou não haver ilegalidades na
sua atuação no caso da Covaxin. "Não existem ilegalidades, não existem
irregularidades", enfatizou a diretora. "Faço questão de falar tudo", acrescentou.

De acordo com Emanuela, os primeiros contatos da Precisa com a Bharat começaram em
julho de 2020 e foram aumentando conforme a evolução do estudo clínico da vacina. Em
outubro foi firmado um termo garantindo a representação da vacina para a Precisa.

"[Os contatos] começaram em junho. Conforme a vacina foi evoluindo, o estudo clínico
foi evoluindo, nós fomos avançando junto à Bharat. Foi firmada a representação da
Precisa em outubro do ano passado", relatou a diretora.

Fonte; Agência Brasil






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